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teoricamente, são em princípio criados para serem aptos;
mas se não o conseguem, então terá de ser encontrada uma outra maneira qualquer de lidarmos com eles, de modo que possamos saber em qualquer momento aquilo que pretendemos significar.
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quarta-feira, maio 14, 2003
 
Nestes tempos que se falam de mulheres na política, quero prestar uma merecida homenagem à Clare Short, a ex-ministra do Labour britânico, pela sua coragem e determinação. Em uníssono com aquilo que o Robin Cook já tinha feito, e com a postura do Ken Livingstone (Mayor de Londres contra a vontade do Tony Blair).
Eis um pequeno texto sobre a dita senhora que hoje vem no Público:
A Ministra Rebelde
Clare Short era a principal figura feminina do Governo de Blair, destacava-se dos seus "cinzentos" colegas no Executivo e era também a representante da ala esquerda do Partido Trabalhista. Conhecida pelo seu estilo "elefante numa loja de porcelanas", a ex-ministra do Desenvolvimento Internacional de Tony Blair acabou anteontem por concretizar uma demissão vista como pendente desde que a tinha ameaçado, na altura da corrida para a guerra conta o Iraque.
Gozava de uma liberdade de expressão sem igual - e diz a BBC que muitos próximos de Blair se perguntavam porque é que o primeiro-ministro a mantinha no Governo. Esta liberdade de expressão funcionou a favor de Blair que parecia, por vezes, usar a sua ministra rebelde para dizer coisas que ele próprio não poderia afirmar. Por exemplo, lembra ainda a estação de televisão britânica, quando Blair pedia uma uma Europa unida para ajudar África - e Short culpava os franceses por ajudarem a manter o continente na pobreza.
Mas esta prerrogativa voltou-se contra o primeiro-ministro, quando Short o apelidou de "irresponsável" pelo modo como foi conduzido o caminho que levou a Grã-Bretanha à guerra no Iraque.
Short foi, no dia da sua demissão, muito elogiada pelo seu trabalho - para o qual foi essencial a sua aliança com o ministro das Finanças, Gordon Brown, que aumentou o seu orçamento. A maior parte das ONG britânicas sublinharam a marca que deixou durante os seus seis anos no cargo - mesmo que tenham experimentado uma ou outra vez o temperamento irascível da ex-ministra.
Nascida em Fevereiro de 1946 em Birmingham (centro de Inglaterra), foi eleita deputada em 1983 pelo círculo eleitoral da cidade onde nasceu.
Feminista convicta, Short ganhou a inimizade dos tablóides ingleses por ter lutado contra a publicação, pelos jornais populares, de fotografias de mulheres nuas, as meninas da "página 3".
Clare Short ganhou a fama de "serial resigner" ("demissionária em série") antes da crise sobre o Iraque. Saiu duas vezes do governo-sombra por causa da falta de oposição dos trabalhistas à Lei de prevenção do terrorismo (88) e do apoio do seu partido à primeira guerra contra o Iraque (91), lembra o "Guardian", enquanto a AFP sublinha que foi sancionada pelo Labour por ter apelado à abertura do debate sobre a despenalização da "cannabis".
A amizade de Blair foi ganha, diz ainda a agência francesa, quando apoiou resolutamente a intervenção militar no Kosovo, numa altura em que parte da esquerda se opunha à ideia de uma operação sem uma mandato das Nações Unidas.
FG
5/14/2003 12:42:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)



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