Ter Voz


Partido Socialista
Partido Socialista
Secção de Benfica e
São Domingos de Benfica
Lisboa
Portugal em Acção

Verba Volant,
Scripta Manent



Estamos constantemente a utilizar termos que têm uma intenção e uma extensão que não são inteiramente aptas;
teoricamente, são em princípio criados para serem aptos;
mas se não o conseguem, então terá de ser encontrada uma outra maneira qualquer de lidarmos com eles, de modo que possamos saber em qualquer momento aquilo que pretendemos significar.
T.S.Eliot








Arquivos
Abril 2003

Maio 2003

Junho 2003

Julho 2003

Agosto 2003

Setembro 2003

Outubro 2003

Novembro 2003

Dezembro 2003

Janeiro 2004


Contacto @mail
Ter Voz


* Membro efectivo *
BlogA!?




Blogs PS
Blog Vozeirão Virtual

Blog Forum Cidade

Atitude
Baixo Alentejo
O Desenvolvimento sustentável
Fórum Cidade
Independências
Notícias breves PS Santarém
Política com arte
Vereadores PS Câmara Lagoa
Vozeirão Virtual


Apontadores e Alojamento Blog
Bloco Notas
Blogo
Blogs em PT
Blogs no Sapo
Frescos
Weblog.com.pt (Pt)


Para saber...
Portal Maçónico
Opus Dei
Estudos sobre o Comunismo (Pt)


Toma lá...
Abrupto
Quadratura do círculo

Toma lá... Dá cá...
<- A ->
Adufe (Pt)
Almocreve das Petas
Analiticamente Incorrecto
Anarca Constipado
Ânimo
Arte de Opinar (Pt)
Avatares de um desejo
Aviz

<- B ->
Barnabé (Pt)
Bazonga da Kilumba
Bloga!? (Pt) *
Blogame Mucho
Blogo Social Português
Bloguítica
Bota a cima (Br)
Buba
O Bugue

<- C ->
O Carimbo
Causa Nossa
Cidadão Livre
Congeminações (Pt)
Cruzes Canhoto

<- D ->
Daedalus
Dentadas
Desblogueador de Conversa
Descrédito
Des-encantos
Dicionário do Diabo

<- E ->
A Espada Relativa
Estaleiro
Exacto

<- F ->
Os Filhos da Madrugada (Pt)
Fumaças (Pt)

<- G ->
Gang-Grupo Arquitectos
Gato Fedorento
Glória Fácil
Governância
Grande Loja Queijo Limiano

<- I ->
Indis(pensáveis)
Irreflexões

<- J ->
Jaquinzinhos
Janela para o Rio (Pt)
Jornalismo e comunicação
O Jumento

<- K ->
Klepsýdra

<- L ->
Laranja Amarga (Pt)
Liberdade de Expressão
Linhas de Esquerda

<- M ->
Mar de Abrantes
Marretas
Mar Salgado
Mata-Mouros
Memória Virtual (Pt)
Mephistopheles
Método Eleitoral *
Miniscente
O Miradouro

<- N ->
A Natureza do mal
Nimbypolis
Notas Verbais

<- P ->
O País Relativo
Paulo Gorjão
Para mim tanto faz
No Parapeito
Penduras
Pedra no Charco
A Pente Fino
Pessoal in Transmissível
Picuinhices
Poetry Café (Pt)
Pelourinho de Lisboa
Ponto Media
Ponto e Vírgula
A Praia
O Prazer da política

<- Q ->
4ª Ferida Narcisica

<- R ->
Respirar o Mesmo Ar

<- S ->
Satyricon
Ser Português(Ter que)
Silêncio (Pt)
Solidariedade Blog *
Solistência (Br)

<- T ->
Tá de Chuva (Pt)
Tanto País (scheeko) (Pt)
A Teia
Terra do Sol
Terras do Nunca
Tlix
A Toca do Gato
Três Tesas não pagam dívidas (Pt)
Tugir em português

<- U ->
Último Reduto (Pt)
Umbigómetro (Pt)

<- V ->
A Verdade da Mentira (Pt)
Veto Político
Viva Espanha

* Blog's colectivos de que o Ter Voz faz parte

RIP
Politicamente incorrecto


Technorati

Jiminy Cricket

Contador (site) Contador (site) Contador (site) Contador (ext) Contador (ext)






Partido Socialista
Benfica e
São Domingos de Benfica
Lisboa



a Secção Outubro-Dezembro 2003
a Secção
Outubro/Dezembro 2003






Google
Outros WebSites

Partido Socialista
Site Oficial do PS

GP PS
Grupo Parlamentar PS

Benfica/S.Domingos Benfica
Benfica/S.Domingos Benfica


Euro2004


Blog Ter Voz
www.tervoz.blogspot.com




Ter Voz
Um Projecto a dois anos para o
PS Benfica e São Domingos de Benfica - Lisboa

quinta-feira, julho 31, 2003
 

Passos Manuel O Veto
O Presidente da República vetou a lei quadro de criação de municípios e por consequência a elevação a concelho de Fátima e Canas de Senhorim.
Vetou e vetou bem, quer Fátima (aprovado por unanimidade), quer Canas de Senhorim (votaram contra o PS e os deputados do PPD eleitos pelo círculo de Aveiro).
É por este tipo de cedência, este prometer aqui e ali, este assegurar que cada um terá a sua capelinha, o seu feudo, em que depois alguns se tornam donos e senhores do seu quintal natal. É por esta e por outras, que este espaço da lusitânia não descola de alguns tiques medievais.
Não se percebe a coerência desta maioria, que tanto se agarra aos números. Será que ouviram a senhora Manuela para avançarem com esta proposta? Os municípios não se criam só com boa vontade, por muito que ela exista.
Tentaram trocar os passos ao modelo de Manuel Passos. Talvez se recordem, na próxima oportunidade, das medidas de um grande liberal do século XIX.
CMC
7/31/2003 10:46:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Manuscrito
Não é preciso articular muito bem os textos

É possível que seja um mero fenómeno de moda e que mais tarde possamos dizer: houve um verão em que só se falava em blogues, lembram-se?
Eduardo Prado Coelho – Blogue Blogue – O Público - 2003-07-31


Há dias em que é preciso escrever ($€),
mesmo não tendo nada para dizer...


7/31/2003 11:34:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



quarta-feira, julho 30, 2003
 

Novo século, novo muro

Novo século, novo muro

O Primeiro-Ministro israelita assegurou ao Presidente norte-americano a construção de um muro na Cisjordânia. A paz é, desta forma, adiada para as calendas gregas. Mais dia menos dia aparecerão os líderes extremistas islâmicos, em especial Ahmed Yassin, a apelar à jihad, secundados pelos responsáveis do governo de Israel, corroborando a necessidade de tal muro e o sangue continua a escorrer.
A vida complica-se a cada dia que passa para G.W.B. e torna-se agoniante para os familiares dos soldados que estão no Iraque. Não há um único dia em que não chegue a notícia de mais mortes de soldados norte-americanos. Decretada por muitos como uma guerra ganha, mas uma paz a caminho da derrota, o Golfo Pérsico continua a ser ladeado de pólvora prestes a rebentar.
É incontornável que a PAZ, sobretudo na região e no mundo, passa pelo Médio Oriente. A edificação do muro tende a conduzir cada lado para o ponto mais extremo.
CMC
7/30/2003 11:56:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
FAQ (a pronúncia é semelhante, mas o significado é outro) (novo parêntesis... frequently asked questions) (outro parêntesis, ainda. Desculpem o inglês, sei que isto é um espaço de lusofonia, mas existem tantos lusófonos com vergonha da língua...e outros convencidos que por linguajar em inglês são tão eruditos, que não resisti...)

Hieróglifo

Quem somos?
Militantes e simpatizantes do PS.
O que é uma Secção de residência do PS?
É uma estrutura de base do Partido Socialista que abrange a área territorial de uma ou mais Freguesias
O que é o Projecto Ter Voz?
É um projecto a dois anos, base da candidatura dos actuais dirigentes da Secção do PS em Benfica e São Domingos de Benfica (Lisboa)
Quem são os Comentadores do Blog da Secção de Benfica e São Domingos de Benfica?
São todos os militantes do PS e todos os cidadãos que, respeitando as normas de conduta, entendam inscrever-se.
Neste momento, tentando caracterizá-los:
Professores, universitários, capitães de Abril, jornalistas, técnicos de aeronáutica, advogados, técnicos de informática, deputados, economistas e técnicos de ambiente.
Comentadores Residentes
André Caldas – AC
António Brotas – AB
António Correia – AC
António Delgado Fonseca – AD
Carlos Castro – CMC
Catarina Tito - CT
Duarte Dias – DD
Filipe Batista – FB
Filipe Gil – FG
Helena Guerra – HG
Inês Drummond – ID
João Boavida – J&B
João Melo – JM
Jiminy Cricket – JC – Administrador do Blog
Jorge Nuno – JN
Luís Novaes Tito – LT
Luiz Fagundes Duarte – LFD
Paulo Cunha – PC
Paulo Estadão – PE
Ricardo Saldanha – RS
Participação especial
Tia Lólita

Caros comentadores residentes
Pela primeira vez em muitos, muitos anos, vou estar ausente durante um mês inteiro. Certamente sem acesso à Internet, por opção e decisão familiar.
Conto convosco para manterem este Blog vivo.
O Site da Secção estará sempre disponível mas sem actualização de notícias.
Em Setembro retomo as funções de Administrador do Site e dos Blogs.
Espero ver-vos em Portimão na Festa de Verão.
A todos (incluindo os nossos visitantes) desejo bom Agosto. Se puder virei visitá-los.
Abraço
Jiminy Cricket
7/30/2003 12:39:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



terça-feira, julho 29, 2003
 
Jantar com a Justiça Os insondáveis mistérios da fé
Em democracia não existem assuntos tabu nem verdades incontornáveis que estejam acima da apreciação e do debate.
É o espirito corporativista dos poderes que se julgam acima das críticas que, em conjugação com o sentido comum de que algo está mal e cheira muito mal, arrasta o regime para o descrédito e impulsiona ditos e feitos que se julgavam erradicados para as mensagens sublimares com que vamos sendo bombardeados.
Tudo está em causa e é bom que, com cabala ou não, se comece a explicar porque razão a RTP coloca no seu noticiário mais nobre o PS no banco dos réus, como se os crimes, a existirem, fossem da responsabilidade do Partido e não de quem os cometeu.
Insiro neste meu comentário transcrições com as respectivas ligações aos documentos de onde são extraídas. São leituras obrigatórias para quem estiver realmente interessado em reflectir sobre tais matérias.
O que se vai entranhando, cada vez mais, é a necessidade de acusar o partido todo e não apenas o seu Secretário-Geral. O PSD assiste, impávido, a este exercício, com as excepções de Leonor Beleza, que sofreu ela mesma as errâncias, demoras, injustiças e justicialismos da justiça portuguesa, e o linchamento público, e de Pedro Santana Lopes, que não concorda com Durão Barroso quando este se congratula com o facto de «os poderosos» estarem a ser «apanhados pela justiça». Santana Lopes foi o primeiro a falar na hipótese de um inquérito parlamentar às escutas, hipótese logo afastada pelo Bloco Central, provavelmente num dos seus derradeiros gestos históricos.” Clara Ferreira Alves (O cadáver adiado) – Jornal Digital – 2003-07-28
É, por isso, que não vale a pena insistir-se na tónica de que foi o facto de os "poderosos" (para usar palavra que agora tem sido utilizada) serem envolvidos pelas malhas da Justiça que trouxe para a ribalta política temas como os da prisão preventiva ou do segredo de Justiça. Não é verdade, volto a repeti-lo hoje.
Oxalá é que possa vir a dizer-se que esse envolvimento foi ocasião, para quem tem de decidir, de mais larga ponderação e mais rápida solução para os problemas existentes; e que o mal de alguns, o dos poderosos – justo ou injusto, o futuro o dirá –, teve, pelo menos, o benefício de abrir o caminho por onde passaram algumas das reformas necessárias.”
Jorge Sampaio (Jantar com a República de direito) – Site do Presidente da República – 2003-07-14
A existir um tal processo em curso, os media teriam, necessariamente, de desempenhar um papel-chave. As forças que se movem na sombra - veja-se o caso das organizações terroristas - carecem, como de pão para a boca, dos jornalistas e dos órgãos de informação e sabem, como ninguém, tirar partido da sua lógica mediática.” Manuel Pinto (Atenção aos sinais) – Blog Jornalismo e Comunicação – 2003-07-29
Todas as interpretações começam a ser legítimas. Sobretudo quando os sinais de alerta vindos de vozes tão credíveis e respeitáveis como aquelas que assinaram o apelo sobre a justiça são abafados por este estranho ruído de fundo vindo não se sabe de onde nem de quem.” Teresa de Sousa (Zonas de Sombra) – o Público - 2003-07-29
Na sua insólita comunicação pública de há dias - emitida não se sabe ao abrigo de que competência legal... -, o presidente do Supremo Tribunal de Justiça veio defender a magistratura das críticas que lhe têm sido dirigidas ultimamente, com o argumento de que os juizes se limitam a aplicar as leis e que, portanto, são os políticos - que fazem as lei - os responsáveis pelas situações por elas criadas. Este ponto de vista não pode sufragar-se. Nem as leis oferecem soluções para todas as situações, nem o ofício dos juizes consiste sua aplicação mecânica. Já lá vai o tempo em que se acreditava que as leis eram plenipotenciárias e que os juizes eram a simples "boca da lei", na célebre e controversa asserção de Montesquieu.” Vital Moreira (As más leis e a responsabilidade judicial) – o Público – 2003-07-29.

São dois assuntos que se misturam.
Um despoletou o outro e nenhum pode deixar de ser analisado até ás últimas consequências para que se retirem as conclusões e se melhore o regime
Também Salomão aplicou a Justiça...mas matou a criança.
LT
7/29/2003 01:52:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
As férias?
7/29/2003 12:54:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



segunda-feira, julho 28, 2003
 
Mais um bailinho

Ilhéus

O fantástico espectáculo que todos os anos se realiza na localidade de Chão da Lagoa, na bela pérola do Atlântico, confirmou, uma vez mais, que para além de Cuba, Coreia do Norte, Vietname, China, também Portugal é dominado pelo aparelho do centralismo democrático comunista. Felizmente, temos um resistente a comandar os destinos da ilha da Madeira que não permite um país todo de vermelho.
Temos um Presidente regional que elogia o actual Primeiro-Ministro, mas quando lhe interessa retira-lhe as medalhas do seu mérito de ser o maior defensor da autonomia desde o 25 de Abril, segundo o líder regional, acusando-o de colonizar a Madeira e Porto Santo.
Há um senhor, o que vendia torneiras, tal como o conheceu o célebre General que concorreu à Câmara Muncipal do Porto há uns anos, que consegue materializar verbalmente o que realmente pensa o timoneiro, mas este tem de colocar alguns travões devido à sua condição de chefe oficial.
Há uma réstia de esperança, remando contra a maré. Há um líder, há um comandante, uma "força da natureza", como disse o Professor dominical, que combate o colonialismo comunista, cubano do continente. Devemos congratular-nos por o nosso país ter políticos como este, que até brinda para que jornalistas sejam despedidos.
Os novos países da UE, à excepção de Malta e Chipre, que se cuidem. Consta-se que ele vai a caminho de Bruxelas e, se não me engano, há pouco mais de dez anos, sensivelmente, os outros 8 países eram chefiados por comunistas.
Face aos ex-vermelhinhos só lhe resta dizer "ai tanto crocodilo"!
CMC
7/28/2003 11:44:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)



domingo, julho 27, 2003
 

Cuba, depois de Rúben, melhor só mesmo Fidel

Castelos na areia

Uma vez mais, o carismático ditador Fidel Castro, eu não tenho dúvidas que em Cuba não há regime democrático, ainda que existam eleições, todas elas disputadas em exclusivo pelo Partido Comunista de Cuba, saiu a terreiro para criticar a União Europeia e considerar o Primeiro-Ministro espanhol, José Maria Aznar, como fascista.
As críticas à UE são usuais e considerar Aznar como fascista, sinceramente, só quem apaga da sua memória a verdadeira História. Lá por o senhor ser direita segue a cartilha do Duce?! (Quem diria senhora Valquíria, eu a defender o señor de Moncloa! Como diria alguém: "é a vida"). Seria sensato, por parte dos políticos, os autocratas inclusivé, ter mais cuidado, sobretudo quando insultam, pois não só é uma falta de elegância, bem como desvirtuam a realidade.
Ora, todos sabemos que Cuba é um destino escolhido por muitos turistas, que em Cuba existem os melhores médicos do mundo em determinadas especialidades e que é, também, Cuba, um dos últimos bastiões da Guerra Fria. Talvez pela sua latinidade, muitos sejam aqueles que se deixam seduzir por esta ilha, pelos seus habitantes, pela sua música e pelo seu clima.
Todavia, nunca é demais recordar que Fidel acabou com a da ditadura de Fulgêncio Baptista, ditador este que terminou os seus dias no nosso país, mas, em seguida, o próprio Fidel seguiu as pisadas da coacção de Direitos e Liberdades.
Entre o socialismo, que Fidel apregoa, ou a morte, desde já, defenda-se: LIBERDADE.
Não queiram alguns, com manifestações e associações, ofuscar a realidade de Cuba, por que essa, há muito tempo que padece de respeito pelo direito de qualquer cidadão e cidadã sê-lo em todas as suas acepções.
CMC
7/27/2003 11:59:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Juizes

Ainda bem que vou de férias!
Este País está mal...muito mal...
Quando alguém, para se candidatar a alguma coisa, tem de certificar a sua opção sexual... O que vem a seguir? Declarações sobre sexo inter-racial?
E quem tem de zelar pelo cumprimento da Constituição, continua a entender que está tudo a decorrer normalmente?
Talvez o mar do Sul me ajude a não emigrar !!!
LT
7/27/2003 04:13:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



sexta-feira, julho 25, 2003
 
e prontos!

Papagaio

esta merda da coltura fica é cara pra xuxu e o que é perciso é a gente ir dar voltas ao gloubo e mirgulhar numa praia com águas limpas pra incontrar muitos peixinhos finalmente meteu-se o coelho na toca e mandou-se o Acontesse para o lixo e aqui fica um muito oubrigado ao sr. Sármento que ispero me mande os tais pilins para o je ir óh Japao.
Já agora aproveito para pedir que não açinem a petissão para o chatícimo lugar da estoria outra porra destas da coltura.
Bem haja
ONÓNIMU
Ps: pra qui se num pense que stou sózinho neste agredecer:
Jornalismu e comonicação estes gaijos tem os comentários só a fingir(eles disem qué mintira e já vi que é mesmo tanga minha, predão mas como os gaijos são todos profs espero que o sr sármento também os xtinga.)
Foromiga de lata
Cunversas com a bica
Umbigo ao metro
Moche!!!
Gravata Ranhosa
Tromba Escundida
Nunca mais vou há Terra
e muitos outros mas agora vou dar de frosques que agora a minha maria já pôs a janta na mesa e tenho dir prós morfes!
7/25/2003 08:22:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Mar Balanço para férias

Sem grande interesse para os nossos leitores, a balanço funcionará como um piercing no nosso “não umbigo”.
Este, ao contrário da maioria dos Blog’s, não é o espelho de uma alma (ou a imagem que se quer reflectir nesse espelho), mas um espaço de debate (quase livre) em que os comentadores residentes escrevem, transcrevem, avisam e promovem o que entendem, muitas das vezes sem terem em conta o politicamente correcto.
Foi criado com essa mesma intenção, na decorrência do último Congresso Nacional do PS, com base na nova Declaração de Princípios e resulta do entendimento que a actual direcção política na área geográfica das Freguesias de Benfica e São Domingos de Benfica (Lisboa) tem da importância que a abertura e inovação representam para as novas realidades e para o envolvimento dos cidadãos no poder.
Mau grado as contrariedades resultantes da poeirada que, de há algum tempo para cá, se estabeleceu no horizonte, destinada a deixar na penumbra as múltiplas incapacidades, todos os dias reveladas, do actual Governo, este espaço foi-se consolidando e é já hoje um ponto de referência para recolha de opiniões (entre Post’s e Comentários) sobre determinados factos que vão escapando às parangonas dos jornais.
Com a assunção do poder pelas forças de direita, uma por direito próprio resultante dos votos expressos nas urnas e outra por escolha dos primeiros (que já hoje a domina e condiciona em muitos aspectos da informação), rapidamente se passou à usurpação e ao clientelismo, fazendo suceder os autos de fé, independentemente das capacidades técnicas e das provas dadas por quem exerce os cargos, deixando no ar a suspeita sobre a credebilização dos resultados que apresentam e divulgam.
O assalto à comunicação social não permite hoje saber muito do que importa. Se em relação à privada pouco há a dizer, relativamente à pública, a selvajaria com que poder se instala, saneando e emparteleirando todos os que não sirvam os seus propósitos, funciona como um tampão que só, por meios alternativos, pode e deve começar a ser ultrapassado.
Estas são algumas das razões para a existência do Blog Ter Voz.
É um espaço sem Editores e com Redacção da responsabilidade de quem publica.
É uma janela que se abre no PS para a cidadania (embora só para a não info-excluída) por acreditarmos que a democracia não se esgota nos partidos políticos.
Muitos dos nossos comentadores residentes, não pertencem à Secção de Benfica e São Domingos de Benfica e outros nem sequer são militantes do PS. A lista desses comentadores tem vindo a ser acrescentada com a admissão (sempre aberta) dos que se inscrevem.
O quase referido no início do texto, resulta da subordinação à política editorial e às regras mínimas por ela estabelecidas.
Cada texto é passível de comentários de qualquer cidadão através da máxima interactividade universal que resulta da adopção desta funcionalidade. Preferimos esse formato, embora nos sujeitemos às ofensas e barbaridades de alguns que, escondendo-se no anonimato ou apresentando-se com identificação falsa, atacam e tentam demover as vontades.
Para concluir:
Embora nunca tenha sido nossa intenção fazer disparar os contadores de acesso (até saberíamos incrementá-los artificialmente, se esse fosse o nosso objectivo) ficam duas ou três referências que revelam a razão que nos levou a aderir a estas tecnologias de comunicação.
Desde meados de Abril registaram-se, aproximadamente, três mil acessos únicos, e praticamente o dobro em reincidência. Consultaram-nos de diversos continentes sendo, no entanto, só expressivas as visitas a partir do território nacional.
Da abertura deste Blog resultaram, entre outras coisas, a maior divulgação das tecnologias disponíveis, a possibilidade de se ouvirem vozes até agora silenciadas, a criação de uma dezena de novos Blog’s no espaço português e o envolvimento de muitos cidadãos que até aqui estavam convencidos (alguns ainda estão) de que a política é uma actividade para os políticos (como se o não fossemos todos).
Foi esta breve reflexão e balanço, necessariamente curtas, superficiais e incompletas que, ao partir para férias, lhes quis deixar.
Considero o resultado como muito positivo.
Espero que os comentadores residentes (os que não estiverem a banhos), mantenham a Nossa Voz com actualizações permanentes.
Fiquem com um abraço e até Setembro
Jiminy Cricket
(administrador deste Blog)
7/25/2003 05:08:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Auto de Fé
Requerimento do Grupo Parlamentar
do Partido Socialista


Ex.mo. Senhor Presidente da Comissão de Execução Orçamental
Ontem, inesperadamente, no noticiário das 24 horas tomamos conhecimento de que o Governo tinha demitido na sua globalidade a Direcção do Instituto Nacional de Estatística e a informação de que nova Direcção tomará posse durante a próxima semana
Esta demissão ocorre antes do termo do mandato e numa altura do ano em que ao INE, Instituto fundamentalmente técnico, devia de ser assegurada estabilidade de funcionamento. Com efeito, como entidade coordenadora do Sistema Estatístico Nacional, ao INE cabe-lhe, neste período, preparar os indicadores estatísticos sobre as contas de 2002 para apresentar ao EUROSTAT, apresentar as Contas Nacionais definitivas de 2001 e ainda produzir os indicadores de conjuntura sobre as Contas Nacionais do 2º Trimestre de 2003.
Comunicado da Lusa de hoje confirma que o Governo justifica a demissão pela necessidade de “mudanças profundas ao nível do sistema estatístico nacional”
Importa à Assembleia e em particular a esta Comissão conhecer as causas desta demissão extemporânea e inesperada e tomar conhecimento em pormenor das “medidas profundas ao nível do sistema estatístico nacional “ que o Governo vai introduzir e que vão necessariamente influenciar a análise comparativa das Contas Nacionais em termos orçamentais.
Assim, requeremos a V. Ex.a. que se digne convocar com urgência o Senhor Ministro da Presidência, Dr. Morais Sarmento para ser ouvido por esta Comissão sobre estes acontecimentos.
Assembleia da República, 24 de Julho de 2003
7/25/2003 01:19:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Monty
Uma carta para o jornal londrino London Observer escrita por Terry Jones
(um dos famosos Monty Python)


Domingo, 26 de Janeiro de 2003
Caro Observer,
Estou bastante excitado com o último argumento do George Bush para bombardear o Iraque: ele está a ficar sem paciência. E eu também! De há algum tempo para cá estou a ficar mesmo passado com o Sr Johnson, que vive algumas casas a seguir à minha. Com ele e com o Sr Patel, dono da loja de comida saudável. Têm ambos andado a deitar-me uns olhares estranhos e tenho a certeza que o Sr Johnson está a planear alguma coisa contra mim. Não consegui foi ainda descobrir o quê. Já fui à casa dele várias vezes para ver o que ele andava a tramar, mas ele tem tudo muito bem escondido. Isto só mostra como ele é falso. Quanto ao Sr. Patel, não me perguntem como é que sei, mas eu sei - e a partir de fontes seguras - que ele é na verdade um Assassino em Massa. Enchi a rua de folhetos dizendo que se não agirmos primeiro, ele dará cabo de nós, um por um. Alguns dos meus vizinhos dizem que se eu tenho provas, porque é que não vou à polícia? Mas isso é simplesmente ridículo. A polícia vai dizer que precisam de provas antes de acusar os meus vizinhos de um crime. Eles vão arranjar um monte de burocracias e falar dos prós e contras de um ataque preventivo e tudo o mais. Enquanto isso o Sr Johnson irá continuar a finalizar os seus planos para me fazer coisas terríveis e o Sr Patel irá silenciosamente assassinar pessoas. Dado que eu sou o único com armas de fogo suficientes, acho que me cabe a mim manter a paz. Mas até à data isso tem sido um bocado difícil. No entanto, agora o George W. Bush tornou claro que tudo o que eu preciso é perder a paciência e depois posso avançar e fazer o que me der na cabeça! E se formos a ver, a política cuidadosamente pensada do Sr. Bush em relação ao Iraque é a única forma de promover a paz mundial e a segurança. A única forma segura de evitar que os bombistas suicidas muçulmanos e fundamentalistas ataquem os EUA e o Reino Unido é bombear uns quantos países muçulmanos que nunca nos ameaçaram. É por isso que eu quero explodir com a garagem do Sr. Johnson e matar a sua mulher e filhos. Atacar primeiro!
Isso vai-lhe ensinar uma lição e depois ele vai deixar-me em paz e parar de olhar para mim daquela maneira inaceitável. O Sr. Bush deixa claro que tudo o que precisa de saber antes de bombardear o Iraque é que Saddam é um homem mau e que tem armas de destruição maciça - mesmo que ninguém as consiga encontrar. Tenho a certeza de que tenho tanto direito de matar a mulher e filhos do Sr. Johnson como o Sr. Bush tem de bombardear o Iraque. O objectivo a longo prazo do Sr. Bush é tornar o mundo um lugar seguro, eliminando para tal os "estados delinquentes" e o "terrorismo". É um objectivo a longo prazo muito inteligente porque, como é que se vai saber que ele já foi atingido? Como é que o Sr. Bush sabe quando é que acabou com todos os terroristas? Quando é que todos os terroristas morreram? Mas, e então um terrorista só é um terrorista quando comete um acto de terror. E o que fazer à cerca dos potenciais terroristas? Esses são os que queremos mesmo eliminar, dado que a maioria dos terroristas conhecidos, ao serem bombistas suicidas já se eliminaram a eles mesmos. Talvez o Sr. Bush precise de eliminar todas as pessoas que possam vir no futuro a ser possíveis terroristas? Talvez ele nunca tenha a certeza de ter alcançado o seu objectivo até que todos os fundamentalistas muçulmanos estejam mortos?
Mas, e então alguns muçulmanos moderados podem converter-se ao fundamentalismo.
Talvez a única medida segura seja o Sr. Bush acabar com todos os muçulmanos?
Passa-se o mesmo na minha rua. O Sr. Johnson e o Sr. Patel são apenas a ponta do iceberg. Existem resmas de pessoas na minha rua que eu não gosto e que - com franqueza - me deitam olhares estranhos. Ninguém estará completamente seguro até eu ter acabado com todos. A minha mulher diz-me que eu sou capaz de estar a ir longe demais, mas eu respondo-lhe que estou apenas a utilizar a mesma lógica do Presidente dos Estados Unidos. Isso fá-la calar-se. Tal como o Sr. Bush, eu perdi a paciência e se isso é uma razão suficiente para o Presidente, também é suficiente para mim. Vou dar à rua duas semanas - não, 10 dias - para sair cá para fora e entregar todos os extraterrestres e sequestradores interplanetários, bandidos galácticos e patrões do terrorismo interestelar e se eles não os entregarem todos a bem, dizendo "Obrigado", vou fazer explodir a rua toda sem dó nem piedade. É apenas o mesmo que o George W. Bush propõe e, ao contrário do que ele quer, a minha política irá apenas destruir uma rua. Atenciosamente,
Terry Jones Viva a paz no mundo!
HG
7/25/2003 03:06:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



quinta-feira, julho 24, 2003
 
CPLP A ausência da Lusofonia

A lusofonia continua pelas ruas da amargura.
Teve de ir o Presidente da, vizinha e potência regional, Nigéria, Obasanjo, a São Tomé e Príncipe solucionar o problema que alguns militares levantaram no passado dia 16, do corrente mês. Obviamente, preocupados com o petróleo, os nigerianos não deixam as suas potencialidades económicas em mãos alheias. É bom recordar que a Nigéria continuará a ter a grande fatia do petróleo existente no mar ao largo de São Tomé e Príncipe.
Mais curioso ainda, é o facto de o Presidente Fradique de Menezes ter concedido uma amnistia aos revoltosos.
CPLP, alguém a viu? com a excepção dos comentários do Ministro angolano Van Dunen, a defender a democracia. Sim, o Ministro angolano a reclamar democracia! Pode ser que a defenda internamente. Assim se anseia.
Em Outubro, em princípio, a Guiné-Bissau terá eleições. Teremos mais um episódio mirabolante do Presidente-Filósofo, e algo mais, Kumba Ialá? Ou aparecerá a bandeira tricolor, numa fragata, perto de Bissau?
Alguém se esqueceu de Pessoa e da nossa grande Pátria, que se espalha pelo Atlântico e Índico.
CMC
7/24/2003 10:48:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Ciganos Câmara Municipal de Faro discrimina Ciganos

Comunicado de 2003-07-21 do SOS Racismo - João Antunes
A Câmara Municipal de Faro decidiu que não serão aceites no concelho, ou que o terão de abandonar, as populações nómadas, particularmente os ciganos, que praticarem roubos ou desacatos. Desta decisão já foi mandado afixar Edital nos locais públicos.
Pretende, a Câmara Municipal de Faro, convencer-nos que está a combater a criminalidade, o que é completamente falso. A história recente, veja-se por exemplo o caso de Vila Verde, mostra-nos que este tipo de medidas discriminatórias e racistas não contribuem para a resolução dos problemas de segurança das populações, mas, pelo contrário, para os agudizar.
Ao associar uma comunidade concreta, identificada pela sua origem étnica, modo de vida ou proveniência geográfica/nacional, à prática de crime, a Câmara Municipal de Faro e o seu Presidente mais não fazem do que estigmatizar essa comunidade e fazer recair sobre ela o ónus da culpa, ainda mesmo antes do crime ser perpetrado.
Seria caso, se a decisão não fosse ilegal e irresponsável, para perguntar a José Vitorino se a Câmara vai expulsar esses cidadãos antes ou depois do julgamento do crime de que são acusados e mesmo se haverá julgamento ou se esta se reserva o direito de aplicar discricionariamente a medida a quem muito bem lhe aprouver.
Pende sobre os ciganos e demais nómadas de Faro uma acusação grave que põe em causa a sua honra e dignidade, que os deixa reféns da boa ou má vontade de terceiros, cerceia os seus direitos e a sua liberdade.
O SOS Racismo irá participar a prática de actos constitutivos de contra-ordenação ao Ministério da tutela e à Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial, considerando que a decisão da Câmara Municipal de Faro pode ser enquadrada em 3 situações previstas na lei susceptíveis de configurar contra-ordenações (alíneas f), j) e m) do artigo 2º do Decreto-Lei n.º111/2000). Estuda, ainda a possibilidade de apresentação de queixa-crime à Procuradoria Geral da República.
Esta situação, que põe em causa os mais elementares direitos humanos e do cidadão, choca todos os democratas. Há que lhe pôr fim. A Câmara Municipal de Faro deverá corrigir rapidamente a sua decisão e assumir publicamente a responsabilidade pelo erro.
HG
7/24/2003 03:19:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



quarta-feira, julho 23, 2003
 
Mais uma incerteza vermelha
Embargos

O jornal “A Capital” trazia hoje (23/07/03) uma entrevista feita a Rúben de Carvalho, membro do Comité Central do PCP e organizador mor da Festa do Avante.
Se as declarações há uns meses feitas pelo líder da bancada parlamentar dos comunistas, Bernardino Soares, inquietaram os democratas, a propósito deste deputado ter dúvidas se a Coreia do Norte é, ou não, uma democracia, as palavras de Rúben de Carvalho, hoje, não ficam em nada atrás:
“(...)
A Capital (AC) – Mas a questão é se é possível separar a solidariedade com o regime cubano do facto de ser praticada a pena de morte em Cuba?
Rúben Carvalho (RC) – Em nosso entender o problema fundamental em relação ao regime cubano, e vamos começar pelo princípio, é o embargo. Nós não caímos na asneira de ir discutir o que são em grande medida consequências e medidas impostas pelo embargo antes de discutir o embargo. Se alguém quiser fazer alguma coisa por Cuba e pela solução dos problemas daquela terra, então têm de acabar primeiro com o embargo.
AC – E o embargo e a situação de Cuba justifica a pena de morte?
RC- Confesso que não sei. Não sei, porque eu tenho uma certa dificuldade em sequer imaginar o que é viver num país que é vítima há 40 anos de um embargo comercial. Sou solidário por princípio e tenho uma certa dificuldade em fazer juízos.
AC – E tem dúvidas se a pena de morte se justifica naquele contexto?
RC – Tenho dúvidas. Não me manifesto claramente que não se justifica. (...)
RC - (...) Se aquela terra não tem uma vida normal não é por causa de Fidel Castro, é por causa do embargo. Portanto, acabe-se primeiro com o embargo a Cuba e quando se acabar com ele logo se vê.”
Provavelmente, para Rúben de Carvalho o Estado cubano respeita rigorosamente o artigo 5.º (Ninguém será submetido a tortura nem a tratamento cruéis, desumanos ou degradantes.) e o artigo 19.º (Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão.) da Declaração Universal dos Direitos do Homem, de 10 de Dezembro de 1948.
Aliás, de forma quase rigorosa. O embargo! Com 40 anos e a União Soviética que caiu em 1991, ora fazendo as contas... continuam a desaparecer pessoas na pátria de José Martí por que pensam de outra forma.
CMC
7/23/2003 09:58:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
São como as conversasSanta Ignorância

Lágrimas de Portugal é mais um daqueles Blog’s “à la Bruto” onde os comentários são proibidos. Coisas de gente tolerante, que não quer ser incomodada. Fazem muito bem e são muito inteligentes porque, ao obterem respostas às suas provocações promovem mais links ao umbigo.
O Deus dos mares das Lágrimas de Portugal entendeu hoje dar mais uma afinetelada com o tridente ao propor a canonização de um Cristo da PêJota. Que Deus tão ignorante das coisas divinas e santas!!! Então os Cristos também podem ser canonizados?
LT
7/23/2003 03:51:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Olá a todos
Li ontem uma notícia que 26 ex-responsáveis da ARS de LIsboa iriam ser processados pelo Estado porque no âmbito do acordo Estado-Amadora/Sintra, o Tribunal de Contas detectou numa auditoria um buraco de 16 milhões de contos, repito, 16 milhões de contos e remeteu o processo para o Ministério Público, para serem aqueles senhores responsabilizados a devolverem tal quantia.
Até esta parte, ainda compreendo, pois ninguém está a cima da lei. Mas o que não compreendo, como contribuinte, é que se a empresa concessionária do Amadora/Sintra não tinha direito a receber aquele dinheiro, repito, 16 milhões de contos, é porque existiu um enriquecimento sem causa. Neste pressuposto, porque é que o Estado, também não intenta uma acção contra a referida concessinária a exigir o dinheiro que esta recebeu ilegalmente? A justiça é igual para todos ou não é? E suponhamos que aqueles responsáveis são condenados a devolver tal quantia, será que alguma vez a irão pagar? Ou este processo é para dizer que se fez qualquer coisa, sabendo desde logo que essa qualquer coisa vai permitir que passado este processo, o direito de exigir a reposição à concessionária caducou? Com esta trapalhada, quem fica mais pobre somos todos nós, cidadãos contribuintes em cerca de 10 Hospitais (cerca de 16 milhões de contos).
Já vos macei demais, até um dia destes,
JN
7/23/2003 03:50:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
São como as conversas
Ao ler hoje no Público:
O Estado do Baralho
O número um da lista de 55 iraquianos mais procurados pelo Pentágono continua por encontrar, mas desde a queda de Bagdad a maioria das principais figuras do regime de Saddam Hussein já foram detidas.
Mortos: 3; Capturados: 29 ; Renderam-se: 5; Em fuga: 18

talvez porque o cheiro das férias já seja mais intenso, não resisto a deixar ficar uma anedota que recebi por E-mail.
Um homem entra num bar sem dinheiro e morto por uma cerveja
Homem: Estou cheio de sede, mas não tenho dinheiro. Se lhe mostrar uma coisa que nunca viu, dá-me uma cerveja?
Barman: Se me conseguir espantar, dou!
O homem abre a mochila e tira de lá um baralho de cartas de trinta centímetros. O barman fica espantado e dá-lhe a cerveja. Depois:
Barman: Como conseguiu um baralho desse tamanho.
Homem: Foi o génio da garrafa que mo deu.
Barman: Um génio? Se me mostrar esse génio dou-lhe outra imperial.
O homem abre o saco, tira de lá uma garrafa, destapa-a e sai o génio.
O Barman dá-lhe a imperial e diz para o génio: Posso pedir um desejo?
Génio: Só um, se for rápido.
Barman: Quero que dentro deste bar chovam notas durante dois minutos
No bar choveram botas durante dois minutos.
O barman incrédulo diz para o homem: Este seu génio é surdo? Então pedi-lhe que chovessem notas e agora tenho o bar cheio de botas?
O homem responde: Claro que é surdo. Acha que alguma vez lhe teria pedido um baralho com trinta centímetros...
7/23/2003 01:03:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)



terça-feira, julho 22, 2003
 
Diatribes

Espreitando o Trancão
Será que agora se faz alguma luz de porque é que o Governo nos faz apertar o cinto e porque é que o Engenheiro Guterres se foi embora?
A nossa Voz
Como refere a notícia (a mais de meio de 2003 continuamos a falar de 2001) o endividamento privado dos portugueses (e não das finanças públicas) foi naquele período, em grande maioria, provocado pela aquisição de casa própria (património = riqueza).
Neste momento continua-se a fazer mas... para a compra dos “bifes” que escasseiam à mesa (consumo = pobreza).
E depois ainda dizem que nós somos demagogos...
LT
7/22/2003 11:31:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Síntese Económica de Conjuntura - Segundo trimestre de 2003
Conjuntura

No trimestre terminado em Maio a produção industrial diminuiu cerca de 4.7% em termos homólogos, acentuando a tendência de quebra em mais de 3.0 pontos percentuais face ao primeiro trimestre. Para o mesmo período, o valor das vendas no comércio a retalho caiu 1.6%, uma diminuição um pouco mais intensa do que a dos primeiros três meses do ano. Porém, neste sector, estas medidas são muito afectadas pela evolução particularmente desfavorável de Março.
Considerando a média de Abril e Maio, a evolução em valor é mais favorável, determinada pelas vendas de bens de consumo corrente. A actividade da construção mantém-se deprimida, a avaliar pelas vendas dos principais materiais, como as vendas de cimento, que diminuíram quase 15.0% no trimestre terminado em Abril, e que mantêm em Junho uma quebra na ordem de 20.0%, quando excluindo as importações.
Trimestralmente, no mercado de trabalho, o crescimento da procura de emprego por parte de desempregados abrandou, ainda que o seu ritmo continue elevado, na ordem de 16.3%, enquanto as ofertas diminuíram marginalmente, o que significa uma clara melhoria face ao registado anteriormente.
Os sinais de reanimação da procura interna continuam muito insipientes, se bem que um pouco mais abundantes do que no primeiro trimestre. O indicador de confiança dos consumidores registou uma melhoria no segundo trimestre, graças à evolução favorável em dois meses consecutivos, o que já não sucedia há largos meses, e o indicador qualitativo do consumo, baseado nas opiniões dos empresários do comércio a retalho, também registou alguma recuperação no trimestre, embora tenha estabilizado em Maio e Junho. Mas o indicador quantitativo do consumo continuou a degradar-se até Maio, com uma taxa de variação mais negativa do que a do primeiro trimestre. Este agravamento foi determinado pelo comportamento mais negativo das vendas de bens duradouros. O investimento registou alguma recuperação no trimestre, a avaliar pelo respectivo indicador. Esta melhoria, que se traduziu por uma evolução menos negativa, foi devida ao menor ritmo de quebra das vendas de veículos comerciais.
Do lado externo, as indicações são menos favoráveis do que no trimestre anterior. A retoma dos mercados externos tem perdido fulgor, o que limita o crescimento continuado das exportações.
Em Março, e sobre uma média móvel de três termos, o crescimento em valor deste fluxo foi de 5.0%, mas no mês seguinte verificou-se um forte abrandamento, passando a variação homóloga para 0.4%. Note-se que esta perda de dinamismo foi comum aos mercados intra e extra-comunitário.
Em Maio, as exportações extra-comunitárias, registaram uma quebra de 6.5%.
A inflação desacelerou significativamente em Junho, situando-se em 3.3%, medida pela variação homóloga do índice de preços no consumidor. Trimestralmente, desacelerou para3.6%. A inflação subjacente também abrandou, passando para 3.2% em Junho, quando em Dezembro de 2002 fora de 4.2%.
Relatório baseado na informação disponível até 17 de Julho de 2003.
O relatório completo pode ser consultado em: www.ine.pt

LT
7/22/2003 11:20:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



domingo, julho 20, 2003
 
Escutas Telefónicas

"Continuarei a falar neste telefone como se ele não estivesse sob escuta, utilizando a minha liberdade de poder exprimir-me com os meus camaradas, a minha família e os meus amigos".
Ferro Rodrigues

Há algum tempo atrás ouvimos dizer que “o Mundo está perigoso”.
Se o Mundo está, Portugal tresanda a bafio, a desconfiança e a desassossego.
As secretas, cada vez mais dominadas e na mão de quem, mais dia menos dia, acabará por engolir e chantagear todos os que se atravessarem no seu caminho.
Portugal está perigoso. O desemprego aumenta, a qualidade de vida baixa, os impostos aumentam, a saúde baixa, a espionagem sobre os cidadãos aumenta, a segurança nas ruas baixa, as propinas aumentam, a qualidade do ensino baixa, a manipulação aumenta, a liberdade de expressão baixa, o assalto ao poder aumenta, a riqueza individual baixa.
Ao ter uma conversa telefónica não há quem não diga: - Se “eles” estiverem a ouvir... – ou - essas conversas não são para se ter ao telefone... – ou - deixa lá isso, depois falamos...
Portugal está perigoso. A prepotência, a intolerância, o autismo, o corporativismo e a impunidade do poder fazem-nos sentir a perigosidade. A justiça arrasta-se por corredores sem fim, publicando os seus segredos, fomentando a intriga e o ataque aos direitos fundamentais da liberdade e privacidade dos cidadãos. A democracia é desvalorizada com insinuações destinadas a demonstrar a grande verdade de que: - “o que este País precisa é de autoritarismo e de um novo Salazar”.
Portugal está cada vez mais perigoso. Quando se deposita toda a “inteligentia” nas mãos de minorias absolutas que obtém o poder, não pela força do voto, mas pela da subordinação e incapacidade de quem vence eleições.
É por isso que contra o grito de resistir, resistir, resistir, propomos o de reagir, reagir, reagir.
LT
7/20/2003 06:50:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Papagaios
Desbloga calhaus
Fico surpreso, estava convencido que já ninguém ouvia Ferro Rodrigues!
A nossa voz
Ainda a surpresa vai no adro. Os portugueses estão atentos e saberão ver, mesmo através do fumo que se levanta.
JC
7/20/2003 06:42:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Férias de carapau

Boas Férias !
7/20/2003 12:20:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



sexta-feira, julho 18, 2003
 
Mais Tangas

Uma vez mais, à imagem do que anteontem o Primeiro-Ministro disse na entrevista cedida a Judite de Sousa, o passado, entenda-se os seis anos de governo liderados por António Guterres, continua a dominar a agenda política. Mais, o actual Primeiro-Ministro concebe as pessoas como números. Economia, economia para cima, economia para baixo, economia para o lado, economia por tudo quanto é sítio e o senhor disse que não abandonará o caminho traçado, não contemos com ele para alterar o rumo. Agora deveria evocar o nome de Miguel Cadilhe, pessoa insuspeita (é tradição dizer estas duas palavras, no discurso do politicamente correcto, já que a área deste economista é a mesma dos actuais governantes) seguindo o método de alguns dos nossos “bloguistas”, quando pretendem ofuscar a liderança ou discurso de Ferro Rodrigues, socorrem-se do que eminentes membros do PS afirmam, como por exemplo. José Lello ou Pina Moura.
Se o discurso de Durão Barroso fosse um filme, seria, com certeza, “Tempos Modernos”, de Charlie Chaplin. Para quem diz que não há diferenças entre o PS e o PPD aí tem, para nós, primeiro estão as pessoas. Se dúvidas restam, basta recordar a face do actual Ministro da Segurança Social e do Trabalho quando uma jornalista o abordou acerca da subida do desemprego em Portugal, este sorriu.
Consideram, várias pessoas, que durante o período de 1996 e 2001 o país parou. Pelo vistos sim, a estagnação foi tanta que até subimos vários lugares, nesse mesmo período, no ranking mundial da ONU, isto traduz-se em aumento da esperança de vida, alfabetização e PIB. No que respeita a tecnologias, ainda com base no relatório da ONU, estamos, Portugal, à frente de países como: Espanha, Itália, França, Irlanda e Grécia. Provavelmente, a Cultura está hoje melhor. Sempre podemos admirar as portas dos museus. As políticas ambientais estão cada vez mais próximas daquilo que a União Europeia não recomenda. Com o fim da co-incineração são 300 mil toneladas de lama, em Sines, tendo o céu como tecto. Os governos do PS nada fizeram, segundo alguns.
O Nelson introduziu o objecto das sondagens. Aproveito na deixa e, como pessoa informada que é, recomendo, se já não leu ou possui, a obra de Jorge de Sá e Luís Reto, “Vox Populi O estado da opinião em Portugal”. A responsabilidade de assumir a barca europeia, em 2000, foi presidida de forma exímia, tendo sido, nos últimos anos, senão a melhor, uma das melhores presidências da União Europeia. O desgaste do cá e lá pagou-se caro, muito caro. Os portugueses apresentaram a factura em 16 de Dezembro de 2001.
Com a saída de António Guterres, que se saiba, só Ferro Rodrigues apareceu e teve um brilhante resultado, a mesma percentagem de votos que deu ao PS a vitória nas primeiras legislativas de 1976. A diferença, desta feita, em relação ao partido vencedor, cifrou-se nos 2%. Se tivesse ganho as eleições, certamente que Ferro já não era o líder que alguns apregoam, como mais um que passa pelo Largo do Rato. Na realidade, Ferro Rodrigues não está para passar, está para ficar.
Aparece, em boa hora, um direitista. Estou crente de que sabe mais do que lançar meros apupos, porém compreendo o seu estado, como o país está, a bílis tem de sair por algum lado. Desaguou aqui. Se o direitista me permite, eu acredito que a Direita é capaz de fazer melhor, se os seus valores não naufragarem no mar do quase seco neoliberalismo. Não precisam de actuar com uma postura que roça a arrogância, temos de superar determinados condicionalismos, dessa forma estamos a elevar a qualidade de cidadania no nosso país, como escreveram os autores do livro citado: “é necessário ter também em consideração que nós portugueses, quando pressentimos crises, ainda estamos culturalmente condicionados a evocar figuras de autoridade, como solução messiânica para os males que nos apoquentam.”
Não nos esqueçamos de quem, durante a campanha eleitoral, dizia que o nosso défice era de 5% e era necessário um choque fiscal. Como disse o Presidente da República: "há mais vida para além do Orçamento”. Seria bom, ouvir o nosso Primeiro-Ministro não enquistar o seu discurso.
CMC
7/18/2003 03:12:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 


Adoptem-nos
7/18/2003 12:07:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



quarta-feira, julho 16, 2003
 
Desblogueada de Carapau
Ferro Rodrigues foi, segundo a pessoa do carapau pequeno e o Nelson do desBlogueador, cilindrado por Sérgio Fernandes.
Eu também vi a entrevista e não partilho, em nada, da visão de tão distintos “bloguistas”, mas os seus comentários são interessantes.
Para um foi um baile, influência, quem sabe?!, da tourada que deu no passado sábado na RTP1, para outro, Ferro Rodrigues é candidato ao lugar de Fernando Rocha, no “Levanta-te e Ri”.
Muito bem, tourada e risos, talvez aquilo que Fernando Tordo cantou tenha, infelizmente, de acontecer:
“nós vamos pegar o mundo,
pelos cornos da desgraça
e fazer da tristeza graça”,
ainda que diga “o inteligente [a pessoa do carapau pequeno e o Nélson]
que acabaram as canções”.
Desgraça e tristeza, devem considerar virtudes. Eu não!
CMC
7/16/2003 10:46:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 

Em honra de Sophia (ressuscitada)

Sophia por Arpad
(...)
O Sr. Presidente: - Vamos passar então à apreciação do artigo seguinte, que vai ser lido.
Foi lido. É o seguinte:
ARTIGO 28.º
1 - É livre a criação intelectual, artística e científica.
2 - Esta liberdade compreende o direito à invenção, produção e divulgação da obra científica, literária ou artística, incluindo a protecção legal dos direitos de autor.
O Sr. Presidente: - Não temos propostas na Mesa relativas a este artigo, pelo que ponho em apreciação a texto proposto gela Comissão. Alguém deseja usar da palavra?
Tem a palavra a Deputada Sophia de Mello Breyner.
A Sr.ª Sophia de Mello Breyner (PS):
- Peço a palavra para dar o meu apoio ao artigo 28.º e ao artigo 29.º.
Num país e num mundo onde há famílias sem casa e doentes sem tratamento e sem hospital a questão da liberdade de criação artística e intelectual pode parecer uma questão secundária.
Mas sabemos que a cultura influi radicalmente a estrutura social e a estrutura política.
E por isso a questão da liberdade da cultura é uma questão primordial.
E sabemos que toda a cultura real trabalha para a libertação do homem e que por isso toda a "cultura real" é, na sua raiz, revolucionária.
E sabemos que não poderemos construir de facto o socialismo se não ultrapassarmos o uso burguês da cultura.
Pois a cultura não é um luxo de privilegiados, mas uma necessidade fundamental de todos os homens e de todas as comunidades.
A cultura não existe para enfeitar a vida, mas sim para a transformar - para que o homem possa construir e construir-se em consciência, em verdade e liberdade e em justiça. E, se o homem é capaz de criar a revolução, é exactamente porque é capaz de criar cultura.
Como disse Amílcar Cabral, na frase há dias citada por Manuel Alegre, "a revolução é um acto de cultura".
E é por isso que existe sempre uma profunda unidade entre a liberdade de um povo e a liberdade do intelectual e do artista.
Não é por acaso que o Chile é neste momento o país do Mundo onde há mais intelectuais presos.
No princípio da guerra de Espanha, na Universidade de Salamanca, o general Milan Astray gritou: "Morra a inteligência". Este grito pertence à essência do fascismo.
Durante quarenta e oito anos a maioria dos escritores, artistas e intelectuais portugueses lutaram contra o fascismo. E ao lutar sabiam que não lutavam apenas pela sua liberdade, que não lutavam por uma "liberdade especializada", mas que lutavam pela libertação do povo a que pertencem e pela justiça e pela verdade da vida.
E a liberdade de expressão e de cultura, e nomeadamente a liberdade de crítica, é intrinsecamente necessária à busca e à construção da justiça. A justiça não se constrói com dogmatismos indiscutíveis, nem com maximalismos irreais, nem com demagogia, nem com cabotinismo cultural.
Precisamos de uma revolução culturalmente apta a fazer constantemente o seu exame de consciência. A verdadeira vigilância revolucionária é a lucidez revolucionária. Sem liberdade de crítica nunca se pode aprender verdadeiramente "a lição do errou". Sem liberdade crítica não há cultura verdadeiramente participante. A crítica é orgânica.
Somos um país que tem às costas séculos de inquisição e meio século de fascismo, com censura, prisões, escritores e pintores e intelectuais exilados, livros proibidos, exposições proibidas, projectos que nunca se ergueram.
E vivemos num tempo em que nos países totalitários do Leste e do Ocidente aqueles intelectuais que têm a coragem de falar têm expiado e expiam essa coragem nos campos de concentração, nas prisões, nos asilos psiquiátricos.
De tudo isto queremos emergir.
Queremos uma relação limpa e saudável entre a cultura e a política. Não queremos opressão cultural. Também não queremos dirigismo cultural. A política, sempre que quer dirigir a cultura, engana-se. Pois o dirigismo é uma forma de anticultura e toda a anticultura é reaccionária.
Vozes: - Muito bem!
(...)
Sessão da AR de 1975-09-02
LT
Nota: Admiro-me que na desblogueação cerrada à família, ainda não tenham ido molhar a côdea no escabeche da carapauzada!!!
7/16/2003 04:41:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
A Cidadania
em debate aberto com Augusto Santos Silva, hoje, dia 16 de Julho, pelas 21:30 horas, na Secção.
Cidadania
(...) No dia a dia, as pessoas sentem esta crise e sabem que ela não é uma fatalidade. Sabem quem está a falhar nos remédios. Mas não é menos verdade que caiu, sobre a actualidade informativa, uma nuvem de poeira que obscurece a realidade social e desvia as atenções. Os socialistas, todos os socialistas devem empenhar-se em contrariar este estado das coisas, demonstrando que a vida concreta das famílias – e não os pequenos e médios escândalos e peripécias de folhetim – é o critério fundamental para a avaliação da qualidade das políticas públicas. (...)
(Augusto Santos Silva, in Acção Socialista, n.º 1199)
7/16/2003 01:02:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)



terça-feira, julho 15, 2003
 
Finalmente MS
A tomada de posse da primeira Presidente do Departamento Nacional das Mulheres Socialistas eleita, marcou a diferença no formato que o contributo das mulheres irá trazer para a política.
A participação de mulheres de outras organizações políticas (Leonor Beleza e Clara Carneiro, do PSD, Fernanda van Schneider, do CDS-PP), o enquadramento das intervenções pela poesia, a acção participada por muitas e muitos militantes e dirigentes do PS, parecem indicar aquilo que sempre se suspeitou: - As mulheres têm um papel fundamental na nova maneira de fazer política e no envolvimento das cidadãs e dos cidadãos na coisa pública.
A Secção de Benfica e São Domingos de Benfica, que com a eleição do actual Secretariado abriu um ciclo permanente intitulado “As mulheres na política”, deseja à Camarada Sónia Fertuzinhos, um mandato de grandes sucessos políticos esperando que a equipa agora empossada, atinja os objectivos propostos e os concretize no desafio da paridade em prol da justiça e do equilíbrio na Sociedade Portuguesa.
LT
7/15/2003 12:37:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)



domingo, julho 13, 2003
 
Divulgado por ocasião da visita do Presidente Lula a Portugal
Diário de Pernambuco
Diário de Pernambuco - 1964-04-02

.... mas vou falar de algo de que fui testemunha e foi de imensa importância para mim. Refiro-me ao deslumbramento que tive quando, em 1963, emigrado político português, cheguei ao Recife e vi pela primeira vez um país de língua portuguesa a viver em democracia.
Era o Nordeste, onde o latifúndio estava a ser posto em causa, onde a Universidade se empenhava nas campanhas de alfabetização de Paulo Freire, com sindicatos livres, onde era tratado por cidadão António. Era, sobretudo, o sonho de um grande Brasil a acreditar em si próprio, com uma imprensa em que tudo se discutia, em que os estudantes se empenhavam e ligavam o seu futuro a projectos como os da Electrobrás e da Minerobrás.
Do Recife, onde só passei ano e meio, guardo imagens que me acompanharão toda a vida. São recordações que me impõem, também, uma obrigação que cumpro aqui, diante desta assembleia de universitários de língua portuguesa, que é a de falar de dois jovens estudantes brasileiros, jovens porque morreram jovens, que hoje seriam homens de 50 e poucos anos.
Fui há dois dias à Biblioteca Nacional fazer uma pesquisa para lhes encontrar os nomes e encontrei-os num velho jornal do Recife. São eles : Ivan Rodrigues de Aguiar , de 23 anos, e Jonas José de Albuquerque Barros, de 17 anos, que morreram no dia 1 de Abril de 1964 nas ruas do Recife, acho que posso dizer pela liberdade do Brasil.
Podia falar-vos , em primeira mão, do que sucedeu nesse dia no Recife, de aspectos até inéditos, mas seria falar do episódio. Podemos passar por cima disso.
Mas há recordações. Faz hoje exactamente 33 anos que acompanhei a um cemitério do Recife o enterro de um desses jovens. Lembro-me, para além das imagens, do que disse o padre oficiante, professor da Universidade. Não me lembro das frases, lembro-me só de que falou longamente dos anjos, o que me pareceu estranho e irreal. Levei anos a entender. Se me recordo hoje, é porque foi um momento excepcional da vida de um país. Falar dos anjos só é possível num país com uma antiga cultura. É falar de algo que está fora das regras e do tempo dos homens, de algo que, sendo um começo, continua para sempre. Acho que foi por isso que aquele professor da Universidade do Recife falou nos anjos, naquele cemitério em que ia a enterrar um dos primeiros mortos de uma luta que ia ser longa e dura.
António Brotas - Antigo Professor da Universidade do Recife (1963-64)
7/13/2003 09:46:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)



sábado, julho 12, 2003
 
Olá!
Eu sou o COLA
Cola
Sou um pouco estranho. Um olho de cada cor, sete cores na pelagem.
Os meus antigos donos abriram a porta do carro a caminho do Algarve e quando voltei eles não estavam lá.
Auhuuuu!
Sorte a minha de ter sido adoptado pela Tia Lólita.
As férias dos humanos são-nos fatais.
Não nos abandonem!
Cola
7/12/2003 01:25:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



sexta-feira, julho 11, 2003
 
(...)Pois então, como diria o meu avô, que lhes faça bom proveito!
Mas todos concordarão em que uma das visitas deste tipo mais mediáticas foi a do ministro Portas, que andou por aí numa dobadoira a desdobrar-se em compromissos que eram apenas três : um deles já estava resolvido (o Hospital Militar da Boa Nova, em Angra do Heroísmo, que por Lei já é propriedade da Região), outro não depende dele enquanto ministro (a regularização dos registos de propriedade no Corvo), enquanto o terceiro não passa de pura demagogia (a autorização ou não das escalas técnicas de aviões no aeroporto das Lajes é de cariz técnico-militar e não político-administrativo). Ah, e já me esquecia, o ministro também andou a apadrinhar o presidente da Câmara de Vila Franca a entregar casas aos pobres, coisa que, nada tendo a ver com o mister de Ministro da Defesa, calha muito bem àquele que o Povo, num gesto de imensa ternura, designa por “Paulinho das Feiras”.(...)
Luiz Fagundes Duarte
(artigo integral)
in Açoriano Oriental - 28/6/2003
7/11/2003 05:37:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Leis para acabar com o spam solicitadas pela Câmara do Comércio dos EUA
Foi pedido ao Congresso, pela Câmara do Comércio norte-americana, para elaborar leis efectivas para acabar com o spam.
Estas mensagens publicitárias não solicitadas prejudicam, no entender dos representantes, a produtividade das empresas norte-americanas.
A Câmara do Comércio já anunciou que vai apoiar qualquer legislação que permita identificar quem envia spam.
Quando será que em Portugal o Parlamento se irá interessar pelo assunto?
LT
7/11/2003 01:36:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Acção, Socialistas
Já me estou a ver com ar blazé, sentado na cadeira da direcção, dedos na testa, olhar vago, cogitando o editorial de página inteira.
Que bem me ficaria!
Inventava um pingómetro á laia dos moedómetros do estacionamento. Mas este muito mais simples, obrigatório e seguro. Por cada cartão de sócio, vem de lá um Euro. Se não quiserem o papel impresso, vem de lá um Euro à mesma, porque é preciso fomentar a floresta nacional e a indústria da celulose.
Depois criava as seguintes secções temáticas:
1. Iniciativas Onde contava as iniciativas dos chefes (mínimo três fotos do chefe)
2. Actualidade Onde contava a actualidade dos chefes (mínimo cinco fotos do chefe)
3. Argumentário Onde publicava um texto chatíssimo e denso do mais ilustre ser pensante da matéria da semana (sem fotos)
4. Entrevista Onde entrevistava um chefe
5. Parlamento Onde republicava as notícias que a imprensa tinha divulgado nos últimos quinze dias.(bastante espaço e fotografias diversas.)
6. Actualidade II Onde publicava as colunas de opinião dos comentadores permanentes (fotografias de arquivo e publicidade ao Blog oficioso dos chefes)
7. Europa Onde publicava as colunas de opinião dos comentadores permanentes e republicava as notícias que a outra imprensa tinha divulgado nos tais quinze dias do entretanto.
8. Iniciativas II Onde publicava a agenda dos chefes e divulgava algumas notícias dos subchefes.(nunca abaixo de Presidente da Concelhia)
9. Autarquias Onde dava algum relevo a acções autárquicas e queimava uma coluna com citações (fotos do país real)
10. Tribuna livre Onde publicava um dos dez mil artigos de opinião que tinha recebido, mais um texto de outro leitor e meia página de anúncio de uma iniciativa nacional
11. (e por último) Página de encerramento com dados estatísticos e uma sugestão de actividade feita por um comentador permanente.
Neste formato, o que nunca incluiria:
Iniciativas dos subordinados, actualidade sobre as acções dos subordinados, entrevistas com subordinados, Estruturas dos subordinados, Actualidade II com subordinados (nunca, por nunca ser, publicitaria Blogs, Websites, Publicações, etc. dos subordinados), Iniciativas II com acções promovidas pelos subordinados, Autarquias a nível de Junta de Freguesia.
Como gostaria de ser o director de um Jornal destes.
Ainda que o não lessem.

Para o Ter Voz - Manuel dos Anzóis
(jornalista desempregado por não ser do CDS/PSD)
7/11/2003 12:39:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Valor
O Malraux escreveu uma vez: uma vida não vale nada, mas nada vale uma vida. Quanto valem nesta sociedade do espectáculo, hiper-mediatisada as quinhentas vidas que se perderam no Bangla Desh ? Foi um simples naufrágio de um ferry boat sucata, ultra sobreocupado. Este é o mundo em que vivemos. Até onde nos levará este umbigo sobredimensionado dos países ditos ricos?
João Soares
in Site Pessoal João Soares
7/11/2003 11:30:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Sobre os exames de Química
Só estudei Química até aos 18 anos, há mais de meio século, mas recordo ainda o prazer com que aprendi esta disciplina. A Química era, então, muito bem ensinada em Portugal. Ainda estava presente a influência do antigo professor Achiles Machado. Aprender Química era, então, compreender o modo como alguns cientistas, reflectindo e fazendo experiências, tinham descoberto um conjunto de leis sobre a formação e transformação da matéria e com elas construído um corpo de conhecimentos que esteve na base do desenvolvimento industrial e científico do Século XIX. Lavoisier fazia figura de príncipe. .
Aprender Química, contribuía para uma abertura de espírito, dava cultura e aparecia-nos como algo muito útil.
Tudo isto me parece inteiramente desaparecido do actual ensino português. É com horror que vejo nos jornais as correcções de um ponto de Química do 12º ano , saído há dias, com as respostas a 60 perguntas, entre elas 25 pequeninos cálculos relacionados com fórmulas que podem ser memorizadas sem se perceber nada de Química. Um ensino que obriga os estudantes a preparar-se para este tipo de exames é um ensino profundamente doente. Para os bons estudantes se prepararem para este tipo de exames têm de desligar a inteligência. Para terem uma nota alta, o essencial é terem um professor, ou um explicador, que lhes indique o tipo de perguntas que saem nos exames, os treine quase na base dos reflexos condicionados para responderem a perguntas a contra-relógio , e lhes diga o que não devem estudar. Deste tipo de estudo, como é óbvio, nada fica, salvo uma crença na inutilidade da matéria e um horror à Química.
Quem se interesse por estes assuntos, que leia o belo livro: "Química - Uma Ciência experimental", destinado ao ensino básico da Química, elaborado no início da década de 60, no âmbito de um projecto dirigido por professores e investigadores de renome internacional, por um conjunto de professores americanos das Universidades e do Ensino médio, que a Gulbenkian editou em 1972 e o Ministério e o professores portugueses ignoraram quase completamente. Neste livro, os conceitos básicos são ensinados por meio da História do modo como a eles se chegou. É o género de livro que se pode ler com prazer. É claro que não o posso aconselhar, neste momento, aos estudantes portugueses porque se se interessarem por ele chumbam nos exames.
A experiência mostra, no entanto, que os estudantes (alguns, muitos são trucidados) resistem a tudo. Até ao ensino português! As nossas melhores Universidades conseguiram atingir na investigação nalguns campos da Química um nível verdadeiramente europeu. Conseguimos progredir no nível superior. O que nos tem faltado, é alguma capacidade para romper compartimentos estanques, sermos capazes de discutir os problemas de um modo construtivo e sabermos utilizar, em benefício de alguns níveis, o que conseguimos noutros. Com a centralização que temos, vai depender, sobretudo, do Ministério, o continuarmos a esmagar gerações de jovens e a comprometer o futuro do nosso país com a situação actual, ou conseguirmos dar alguns passos para dela sairmos. (Julho de 2003)
António Brotas - Professor Jubilado do IST
7/11/2003 03:17:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



quinta-feira, julho 10, 2003
 
Olá a todos os bloggers
Li as notícias sobre a recepção do Secretário-geral do Partido Socialista numa localidade do Canadá, e fiquei satisfeito, sobretudo com o facto de ter " levado" um banho de multidão dos imigrantes portugueses, pena que cá dentro também não seja assim.
Cada vez mais penso num frase de um monge templário do séc. XIII, que disse a um Rei "Antes de combateres os inimigos exteriores, resolve os problemas do interior".
Com as devidas adaptações, aquela frase ainda se aplica no séc XXI. é obra, meus caros bloggers.
JN
7/10/2003 04:37:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Os Jovens de hoje
Os jovens de hoje gostam do luxo.
São mal comportados,
desprezam a autoridade.
Não têm respeito pelos mais velhos
e passam o tempo a falar em vez de trabalhar.
Não se levantam quando um adulto chega.
Contradizem os pais,
apresentam-se em sociedade com enfeitos estranhos.
Apressam-se a ir para a mesa
e comem os acepipes,
cruzam as pernas
e tiranizam os seus mestres.
Sócrates (470-399 A.C.)
7/10/2003 12:30:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)



terça-feira, julho 08, 2003
 
A DemoCracia
A estimada Sara Jofre deu-nos uma rica lição de Democracia, que desde já, eu agradeço. Porém, se a Sara não me levar a mal, não se importa que refira que a democracia no tempo da grande cultura helénica não era, propriamente, a democracia que hoje temos. Não nos esqueçamos quem, na época, era cidadão, só alguns, e quem não tinha tal direito.
Bem evocado foi Clístenes, como poderia ter referido o seu parente Alcménides e por que não Péricles? Se há pensador na Antiguidade que rejeita o “poder do povo” (foi lapso: a “lei do povo”), e viveu em Demo-Cracia, é Platão. Aristóteles legitima a escravatura. É evidente que não podemos deixar de contextualizar o período em causa, mas com tanto rigor aplicado, sejamos concretos. A democracia tem origem grega, mas a democracia actual tem, em grande parte, as suas bases no liberalismo, oriundo do século XVII. O nosso sistema democrático é representativo e o voto não é censitário. Presentemente, mulheres e homens, independentemente do credo, cor, altura, peso, condição económica, etc., tem a possibilidade de votar. O tal voto universal e secreto. Em Portugal, só depois de 25 de Abril de 1974 é que tal surgiu.
Nunca é demais recordar que os Direitos das Mulheres são recentes e que ainda muito falta fazer para que estas possam ter a dignidade total que merecem.
O PS não é o fundador, mas sim um dos partidos fundadores, bem como o CDS, o PCP e o PPD, da democracia portuguesa, que isto seja transparente. Mas, como escreveu e bem Luís Tito: “Depois do 25 de Abril, a democracia esteve em grave risco”. Deve ser necessário recorrer à História. Os manuais são diferentes? Não foi o PS e em especial o seu líder, Mário Soares, que travaram a árdua batalha pela democracia (repararam que o único partido citado pelo Nélson Santos foi o PCP; coincidência, neste diálogo sobre democracia em Portugal, referir tal partido político!) Certamente, que a Sara me corrigirá se estiver enganado.
O PS continua a ser um partido em que as vozes se podem fazer ouvir, mesmo que não concordemos com elas. Não estou de acordo com as afirmações do camarada José Lello, mas ambos temos, como todos os militantes e simpatizantes do PS, o mesmo sentimento: o melhor para o PS e sobretudo o melhor para Portugal.
CMC
7/08/2003 06:48:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
A Sara e o Nelson andam em grande actividade.
Aqui em baixo comentam, com história universal, o conceito de democracia.
Lá, desblogueiam, no Beto por causa do futebol.
Estes políticos são uns malandros, uns Calões, uns Absentistas!!!
Quem os oiça ficará com a impressão de que nunca fizeram uma gazeta ao trabalho.
Olha para o que eu digo...
LT
7/08/2003 04:11:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Os Carapaus de corrida minorco-esverdeados são uma iguaria (depois de fritos) e tiveram a amabilidade de dar Voz ao Post do FG sobre a entrevista que o nosso Camarada José Lello entendeu dar ao Independente.
Às tantas. dizem:
Procedamos então ao julgamento público do camarada Lello. Acuse-se. A lista de crimes é imensa.
Divisionismo Reaccionário
Inutilidade Cobarde
Indecisão Ubíqua
Visão Minimalista
Pensamento Pró-homofóbico
Conduta Desviante
Actividade Subversiva
Mentalidade Fechada
Atitude Anti-europeia
Insignificância Opinativa
Condene-se sumariamente o camarada Lello à pena de ficar bem caladinho. Exclua-se a locução pública de loas ao líder. Cumpra-se.

Não, Jaquinzinho lagarto, no PS não condenamos à partida nem mandamos calar ninguém.
São as vantagens do Partido fundador da Democracia. Se não fosse ele, se calhar, a vossa voz não se podia ouvir.
LT
7/08/2003 10:17:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



segunda-feira, julho 07, 2003
 
Começo a perceber o drama do jornalismo.
Hoje, até agora, nenhum famoso morreu, nenhum político roubou ou foi acusado, a Ponte 25 de Abril está a funcionar normalmente, os escândalos estão controlados, os portugueses continuam deprimidos, a desemprego aumenta conforme previsto, a déficit mantém-se em roda livre, os cidadãos estão nas filas dos hospitais, o túnel das Amoreiras continua a ser um cartaz que diz “aqui vai ser”, idem para o Parque Mayer, as pessoas amontoam-se nas paragens dos autocarros, os cães continuam a sujar os passeios, o trânsito permanece caótico, enfim, não há notícias para dar. Que tristeza!
Não fosse o relatório da ONU a divulgar estatísticas em que Portugal aparece como o 14º país que mais contribui para forças de manutenção da paz (grupo liderado pelos Paquistão, Índia, Bangladesh, Nigéria e Gana) e eu não conseguiria fazer este Post.
LT
7/07/2003 05:15:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)



sábado, julho 05, 2003
 
Augusto Abelaira
7/05/2003 02:49:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Paisagens Políticas
As pinturas políticas da actualidade têm o dom de ser aquilo que nós não imaginaríamos, mas existem. À frente dos E.U.A. o incontornável G.W.B., David Copperfield que se cuide, não é qualquer um que consegue fazer desaparecer Osama Bin Laden e Saddam Hussein, as tais personalidades que aparecem, pelo menos somos levados a crer em tal, num canal árabe, a CNN lá da região, consta que é de boa qualidade. Na União Europeia, temos o 'cavalieri', que queria contratar um eurodeputado alemão, para fazer de nazi num filme que está a rodar na sua Itália natal.
Sonho? Não. Pesadelo? Talvez. Realidade? Definitivamente.
G.W.B. e S.B. são a dupla deste semestre final. Fica a questão: para onde caminha o Ocidente?
CMC
7/05/2003 02:48:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



sexta-feira, julho 04, 2003
 
Mariana,
Os Socialistas são mesmo assim.
Quanto melhor os outros estiverem, melhor nós ficamos!
Não há nada para agradecer
Um abraço Relativo
LT
7/04/2003 04:40:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Lembram-se da lista dos dissidentes?
Aqui vão mais uns:
Independências
A Teia
Penduras
Umbigómetro
Dentadas
e provavelmente outros ainda não localizados...
Jiminy Cricket
7/04/2003 04:03:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Enquanto aguardamos que nos encerrem a sede, vai um joguinho?
LT
7/04/2003 03:01:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Camaradas.
Mais uma vez, o camarada José Lello deu uma daquelas entrevistas que só servem para dividir o Partido Socialista. Uma entrevista inútil e cobarde. Tanto alarido para dizer que sim e que não ao mesmo tempo.
Nada me move contra o camarada Lello, sou sim um defensor convicto deste secretariado, e não partilho da visão, algo minimalista, do camarada Lello de que o secretáriado de Ferro Rodrigues estão "pessoas que têm um défice curricular em termos partidários, políticos e institucionais".
Em vez mandar para o "ar", o camarada Lello devia apontar nomes. Dizer o que pensa. Mostrar-se como alternativa. Ao invés, diz que detesta e ama ao mesmo tempo. Passando para a opinião pública uma péssima imagem do PS.
E volta a mostrar o pensamento retrogado em relação às minorias(?) sexuais. Como bom político que aparenta ser, -pelo menos chegou a ministro - , o Camarada Lello devia ter um pensamento mais aberto, e com uma mentalidade socialista. Só mostra o quão longe estamos dos políticos holandeses, belgas ou suecos. Mentalidades, dizem uns, falta de vontade, digo eu!
O que vale é que poucos têm em conta a opinião deste ex-ministro. Melhores dias virão.
Força Ferro!
FG
7/04/2003 12:46:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)



quinta-feira, julho 03, 2003
 
Proposta de metodologia de trabalho apresentada ao Gabinete de Estudos do PS
com vista à elaboração de um programa do PS para o Sector dos Transportes
Metodologia
No interior do PS, tal como noutros partidos e noutros sectores da Sociedade portuguesa, há opiniões diversas sobre qual deve ser a política dos Transportes do País nos próximos anos em que terão de ser tomadas decisões importantíssimas sobre grandes obras estruturantes, que muito influenciarão o nosso futuro.
Todos os que no Gabinete de Estudos têm opiniões sobre estes assuntos devem poder exprimi-las ( e deixa-las registadas de um modo que permita, depois, a sua fácil consulta), mas temos de ter presente que uma política dos Transportes elaborada pelo GE para ser apresentada aos órgãos de decisão do PS, não se pode limitar a ser um simples inumerar de propostas dispersas reunidas para cativar votos, nem pode resultar da procura de um equilíbrio e entendimento (de uma “média”) entre opiniões diversas, algumas frontalmente opostas.
Há que assumir que, no GE do PS, há elementos que têm propostas diferentes e em muitos casos contrárias , para uma política dos Transportes. Estas propostas devem ser formuladas e apresentadas ao GE por aqueles que as defendem, para poderem ser analisadas e postas em confronto. Sem isso, continuaremos, nas reuniões do GE, a ouvir a repetição de opiniões dispersas, dum modo geral já conhecidas, que se chocam ou ignoram, mas sem vermos como poderá vir a ser elaborada e decidida uma política conveniente no sector para o PS.
Só um confronto entre propostas estruturadas nos permitirá progredir. O confronto contribuirá para um enriquecimento das propostas iniciais e, quase certamente, acabará por pôr em evidência a superioridade de uma proposta em relação às outras. Deverá ser essa a proposta levada pelo GE aos órgãos de decisão do PS. Se não for o caso, se se mantiver no GE um apoio significativo a mais de uma proposta, o GE terá, simplesmente, de levar mais de uma proposta à apreciação dos órgãos superiores.
Compete aos partidos apresentarem propostas para os grandes problemas do País. O problema dos Transportes é certamente um deles. No entanto, ninguém é capaz de dizer, neste momento, qual é a política de Transportes que o PSD, o CDS, o PCP, o Bloco de Esquerda, ou os Verdes, propõem para o País. O facto é que a não têm. O PS também não tem definida , neste momento, uma política dos Transportes. Mas tem um Gabinete de Estudos que, a meu ver, tem capacidade para elaborar esta política , desde que adopte uma metodologia adequada.
O partido que for capaz de elaborar e apresentar nas próximas eleições uma política dos Transportes que os eleitores reconheçam como a mais conveniente para o País dará um contributo notável, não unicamente para ultrapassarmos a situação difícil situação em que nos encontramos, mas para o próprio funcionamento da Democracia.
António Brotas

Proposta
I - Aeroportos
O PS considera necessária a construção num prazo, que terá de ser convenientemente definido, mas não deverá ser muito dilatado, de um novo aeroporto de Lisboa (NAL).
1-1– Este novo aeroporto poderá vir a ser um aeroporto destinado a complementar o
actual Aeroporto da Portela ou, a substitui-lo completamente. Em qualquer dos casos, deverá ser construído num local e em condições que permitam a sua futura grande expansão, de modo a o País não ter, daqui a algumas décadas de voltar a pensar de novo no problema da localização de um outro aeroporto.
Consideradas as previsões de crescimento do tráfego aéreo, que teve uma quebra nos últimos dois anos, e a possibilidade de aumentar significativamente o número de passageiros na Portela, o PS considera que foi prudente a acertada, neste momento, a decisão de “congelar” (não dar passos irreversíveis) com vista à construção do aeroporto na Ota , obra cujas vantagens, inconvenientes e dificuldades de construção não foram ainda convenientemente avaliadas, que diversos sectores da opinião publica consideram muitíssimo errada, e contra a qual se manifestaram muitos técnicos do sector aeronáutico.
O PS considera que a pausa de que passamos a dispor com a não tomada de uma decisão imediata, deve ser muito bem aproveitada para avaliar esclarecer e sempre que necessário repensar todas as questões relacionadas com a construção do NAL, nomeadamente:
Os objectivos que se pretendem alcançar com a sua construção.
A sua localização e o calendário da sua construção e entrada em funcionamento.
O seu modo de funcionamento e regime de exploração.
Os acessos e muito em particular a ligação ao Caminho de Ferro.
O impacto ambiental e previsível efeito na estruturação do território.
3-1- O PS apoia a ideia de a Assembleia da Republica ou, eventualmente, outra entidade se ela o não desejar fazer, organizar um “livro branco” sobre estas matérias para no momento das decisões, os decisores e o a Opinião Publica em geral estar convenientemente informada.
Muito em particular , devem ser ouvidos e ponderados os diferentes argumentos sobre a matéria, e rapidamente reunidas e divulgadas as informações necessárias e para, num prazo relativamente curto (de dois ou três anos), podermos assentar de, um modo definitivo, uma localização do aeroporto que a generalidade do país, uma vez convenientemente informada, possa considerar acertada e como tal possa ser consensual. Se as informações reunidas desaconselharem a localização na Ota, devem terminar as limitações à construção na zona e serem feitas as convenientes reservas considerada conveniente para a futura localização do NAL
7/03/2003 11:23:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Queridos sobrinhos
A ausência que tenho tido deve-se ao facto dos muitos afazeres em que ultimamente me tenho envolvido. Ainda assim consigo maior presença do que a maioria da tertúlia inscrita, que, após um bom arranque, mandou às malvas as escrivinhações do seu pensar.
Sei que muitos são estudantes e que esta altura é mais propícia ao papel do toilett , dadas as dores de barriga, do que ao das letras. Ainda assim, passam-se tantas coisas na nossa terra que é sempre possível exprimir em poucas linhas, algumas das reflexões que os atormentam...
Deixemos este converseiro para entrar no outro: - o das lamúrias do casarão.
Andei a falar com a rapaziada lá do meu bairro e a dos bairros vizinhos e fiquei preocupada com a miséria que para aí vai. Dizem-me que o Eduardinho anda ausente destes problemas (convenço-me que não chegam até ele) e a rapaziada começa a estar impaciente. É pena porque quando o discurso não coincide com a prática, a malta revolta-se e depois começam os sarilhos. Dizem-me também que, escrever para o casarão ou escrever para o caixote do lixo, tem os mesmo efeito em termos de resposta. E que nem vale a pena tentar falar porque o caminho dos salões está barrado e as pessoas barricadas lá dentro.
É pena!
Tanta gente apostou na mudança e nas conversas das magnas reuniões e depois é isto que se vê.
Anda por lá gente que pensa que as sedes dos bairros são estabelecimentos comerciais e que se não dão lucro têm de fechar.
Que coisa tão triste, que raio de mentalidade!
Um dia destes vai começar o desboco. Para já e parafraseando: - ”Chapéus há muitos!”
Vou-me embora, para mais um dia de ralações. Já bem me bastava que agora, depois de velhota, tivesse de aturar o desaforo dos parolos da governação. Dispensava mais esta afronta que os supostos amigos, colocados com o meu voto, também nos tratassem mal.
Beijinhos da
Tia Lólita
7/03/2003 11:28:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



quarta-feira, julho 02, 2003
 
Boa Tarde Camaradas, aconselho a todos os membros deste blog a lerem o que a Clara Ferreira Alves escreveu no último Expresso. Mais propriamente na revista Única. Excelente, e com o qual partilho em 100% a opinião dela.
FG
7/02/2003 03:38:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)



This page is powered by Blogger. Some Text
.