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Estamos constantemente a utilizar termos que têm uma intenção e uma extensão que não são inteiramente aptas;
teoricamente, são em princípio criados para serem aptos;
mas se não o conseguem, então terá de ser encontrada uma outra maneira qualquer de lidarmos com eles, de modo que possamos saber em qualquer momento aquilo que pretendemos significar.
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quarta-feira, novembro 05, 2003
 
Changes

A mudança

Os socialistas, sociais-democratas e trabalhistas europeus vivem um período de mudança. É manifesto.
Em cada país, estando agora grande parte destes partidos na oposição, depois da grande onda rosa governamental que cobriu a Europa no final da década passada, a família política da Rosa atravessa um período difícil.
Nos países em que é Governo, os confrontos políticos colocam o Governo Rosa entre a espada e a parede. No caso britânico, depois de muitas vicissitudes, devido ao apoio e incentivo dado aos E.U.A., Tony Blair é hoje o único líder Rosa que resistiu ao maior desgaste, especialmente dentro do próprio Labour, do qual arrancou uma das maiores ovações no último Congresso realizado. Em Berlim, Gerhard Schröder está e permanecerá na linha governativa que, ao mínimo deslize, pode fazer cair o Governo rosa/verde. Dentro do partido confronta-se com uma ala mais à esquerda que não aprecia a posição mais liberal da Agenda 2010 e a oposição não esquece a tangencial derrota nas últimas legislativas. Se acrescentarmos a maioria CDU/CSU no Bundesrat e a esmagadora vitória que o anterior adversário de Schröder, Edmund Stoiber, obteve na Baviera, o SPD está numa situação bastante delicada. Na Suécia, a vitória do Não ao Euro tornou-se um peso para os sociais-democratas que tinham apostado, claramente, na adesão do país à moeda única.
Nos países em que são membros da oposição, os partidos rosa não têm tido as melhores prestações. Em França, o trauma de Jopin não ter passado à segunda volta arreda, por enquanto, os socialistas de um líder forte. Por muita boa vontade que François Hollande tenha, este sabe quão difícil é obter um estatuto político que o seu antecessor detinha. Em Espanha, Zapatero chegou com grande entusiasmo e alcançou, por criticar o apoio dado pelo Governo espanhol aos norte-americanos no conflito iraquiano, uma grande margem de popularidade. Realizadas as eleições municipais, o PSOE mergulhou num poço do qual tende dificuldade em sair e a meta de Zapatero está próxima, Primavera de 2004. Prevê-se que o PSOE continue mais quatro anos na oposição. Em Portugal, o PS concorre em eleições antecipadas, não alcançando a vitória por escassos votos, e confronta-se com um Governo mais preocupado em atacar o Governo anterior do que em governar. O escândalo judicial coloca o líder socialista, Ferro Rodrigues, e o PS numa situação de entropia. Ferro Rodrigues tenta desenvencilhar-se do caso mas a mediatização cola-o ao processo. Porém, o mais curioso, no caso português, em relação aos congéneres europeus, e estando o PS na oposição, o PS português tem sido, segundo a maioria das sondagens, o partido eleito à frente dos partidos que formam a coligação governativa.
Cada caso é um caso, mas algo é comum à família política Rosa: ela está num processo de mudança.
Num momento de dificuldades sociais e económicas a bandeira da família Rosa deve ser comum, neste novo ciclo. A bandeira hasteada por António Guterres, no ano de 2000, em Lisboa, pode e deve ser o desígnio a defender nas europeias de 2004.
Importa recuperar as políticas sociais. Importa devolver a confiança aos cidadãos. Por isso, é tempo de conquistar a esperança perdida. Os valores da Rosa são o Humanismo, não a régua e o esquadro tão usados nestes tempos.
CMC
11/05/2003 03:42:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



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