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Estamos constantemente a utilizar termos que têm uma intenção e uma extensão que não são inteiramente aptas;
teoricamente, são em princípio criados para serem aptos;
mas se não o conseguem, então terá de ser encontrada uma outra maneira qualquer de lidarmos com eles, de modo que possamos saber em qualquer momento aquilo que pretendemos significar.
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domingo, dezembro 14, 2003
 
D. Sebastião

Manifestos

Os artigos do senhor Arquitecto e de Nicolau Santos, de ontem, acabam por se complementar mutuamente.
Andamos, Portugal, há muito tempo sem eira nem beira. Depois da adesão à então CEE o país anda à deriva e não sabe o que quer. De vez em quando, algumas cabeças, pelos vistos não muito bem pensantes, lembram-se de elaborar um manifesto, pretendendo, com esse objectivo, despertar a veia lusitana, que tão mal tratada anda devido aos seus traumas com mais de metade do século XX, para além da espera junto do nevoeiro.
Cada vez que se pretende enfatizar a pátria, os complexos com o nacionalismo bacoco português do século XX emergem, no sentido, por mais contraditório que possa parecer, de submergir. O único momento em que a defesa, exuberante, da pátria não obedece ou submete ao trauma, é quando estabelecemos relação com o nosso Estado vizinho. 1385, 1640, 1868, quando pretendiam o Rei em Madrid e as Cortes em Lisboa, tudo vale para evidenciar a Nação mais antiga da Europa. Nesta relação amor/ódio vale tudo.
Mas, regressando aos artigos do Expresso de ontem, em especial ao do especialista na área económica. Nicolau dos Santos coloca o dedo na ferida de muitos dos nossos empresários, os mesmos que defendem a pátria de corpo e alma, vendendo-se, logo a seguir, por tuta-e-meia, àqueles a quem tinham declarado oposição, por não desejarem ver o seu país ser invadido pelo eterno vizinho rival.
Ainda deve estar bem fresco na memória as declarações do nosso Presidente, há umas semanas, quando defendia os portugueses e os seus empresários em Espanha. Por cá, algumas pessoas sentiram-se incomodadas. Será, agora, com estas vendas sucessivas das nossas empresas, que as mesmas pessoas que se sentiram incomodadas pelas palavras do Presidente, de todos os portugueses, não critiquem estes câmbios rentáveis aos nuestros hermanos?
Onde param? O que pensam? Até agora, sabe-se rigorosamente nada dessas vozes.
A nossa Alma colectiva é que está pobre. Por isso, senhor Arquitecto, a nacional-insatisfação não é só dos rostos que ilustram o seu texto, é de muitos portugueses. Dos milhões de anónimos que, também, fazem este país aquilo que é, que pode ser e até o que não é. A ideia perpassa e instala-se, de que somos um país há muito falhado e só podemos encontrar no exterior a realização que entre portas não conseguimos alcançar.
Será que alguém desses ilustres, da área económica e das letras, certamente que há, ainda acredita no país sem exaltar aqueles salamaleques caducos do Estado Novo, como se fossem estes os exclusivos da salvação nacional, quando, pelo contrário, só nos empurraram, e empurram algumas mentes, para o canto mais distante do beco sem saída?
Precisamos de um manifesto colectivo de confiança. Enquanto este pacto, de todos, não se assumir, as palavras do Poeta continuam de pé: falta cumprir-se Portugal.
CMC
12/14/2003 08:50:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



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