Ter Voz


Partido Socialista
Partido Socialista
Secção de Benfica e
São Domingos de Benfica
Lisboa
Portugal em Acção

Verba Volant,
Scripta Manent



Estamos constantemente a utilizar termos que têm uma intenção e uma extensão que não são inteiramente aptas;
teoricamente, são em princípio criados para serem aptos;
mas se não o conseguem, então terá de ser encontrada uma outra maneira qualquer de lidarmos com eles, de modo que possamos saber em qualquer momento aquilo que pretendemos significar.
T.S.Eliot








Arquivos
Abril 2003

Maio 2003

Junho 2003

Julho 2003

Agosto 2003

Setembro 2003

Outubro 2003

Novembro 2003

Dezembro 2003

Janeiro 2004


Contacto @mail
Ter Voz


* Membro efectivo *
BlogA!?




Blogs PS
Blog Vozeirão Virtual

Blog Forum Cidade

Atitude
Baixo Alentejo
O Desenvolvimento sustentável
Fórum Cidade
Independências
Notícias breves PS Santarém
Política com arte
Vereadores PS Câmara Lagoa
Vozeirão Virtual


Apontadores e Alojamento Blog
Bloco Notas
Blogo
Blogs em PT
Blogs no Sapo
Frescos
Weblog.com.pt (Pt)


Para saber...
Portal Maçónico
Opus Dei
Estudos sobre o Comunismo (Pt)


Toma lá...
Abrupto
Quadratura do círculo

Toma lá... Dá cá...
<- A ->
Adufe (Pt)
Almocreve das Petas
Analiticamente Incorrecto
Anarca Constipado
Ânimo
Arte de Opinar (Pt)
Avatares de um desejo
Aviz

<- B ->
Barnabé (Pt)
Bazonga da Kilumba
Bloga!? (Pt) *
Blogame Mucho
Blogo Social Português
Bloguítica
Bota a cima (Br)
Buba
O Bugue

<- C ->
O Carimbo
Causa Nossa
Cidadão Livre
Congeminações (Pt)
Cruzes Canhoto

<- D ->
Daedalus
Dentadas
Desblogueador de Conversa
Descrédito
Des-encantos
Dicionário do Diabo

<- E ->
A Espada Relativa
Estaleiro
Exacto

<- F ->
Os Filhos da Madrugada (Pt)
Fumaças (Pt)

<- G ->
Gang-Grupo Arquitectos
Gato Fedorento
Glória Fácil
Governância
Grande Loja Queijo Limiano

<- I ->
Indis(pensáveis)
Irreflexões

<- J ->
Jaquinzinhos
Janela para o Rio (Pt)
Jornalismo e comunicação
O Jumento

<- K ->
Klepsýdra

<- L ->
Laranja Amarga (Pt)
Liberdade de Expressão
Linhas de Esquerda

<- M ->
Mar de Abrantes
Marretas
Mar Salgado
Mata-Mouros
Memória Virtual (Pt)
Mephistopheles
Método Eleitoral *
Miniscente
O Miradouro

<- N ->
A Natureza do mal
Nimbypolis
Notas Verbais

<- P ->
O País Relativo
Paulo Gorjão
Para mim tanto faz
No Parapeito
Penduras
Pedra no Charco
A Pente Fino
Pessoal in Transmissível
Picuinhices
Poetry Café (Pt)
Pelourinho de Lisboa
Ponto Media
Ponto e Vírgula
A Praia
O Prazer da política

<- Q ->
4ª Ferida Narcisica

<- R ->
Respirar o Mesmo Ar

<- S ->
Satyricon
Ser Português(Ter que)
Silêncio (Pt)
Solidariedade Blog *
Solistência (Br)

<- T ->
Tá de Chuva (Pt)
Tanto País (scheeko) (Pt)
A Teia
Terra do Sol
Terras do Nunca
Tlix
A Toca do Gato
Três Tesas não pagam dívidas (Pt)
Tugir em português

<- U ->
Último Reduto (Pt)
Umbigómetro (Pt)

<- V ->
A Verdade da Mentira (Pt)
Veto Político
Viva Espanha

* Blog's colectivos de que o Ter Voz faz parte

RIP
Politicamente incorrecto


Technorati

Jiminy Cricket

Contador (site) Contador (site) Contador (site) Contador (ext) Contador (ext)






Partido Socialista
Benfica e
São Domingos de Benfica
Lisboa



a Secção Outubro-Dezembro 2003
a Secção
Outubro/Dezembro 2003






Google
Outros WebSites

Partido Socialista
Site Oficial do PS

GP PS
Grupo Parlamentar PS

Benfica/S.Domingos Benfica
Benfica/S.Domingos Benfica


Euro2004


Blog Ter Voz
www.tervoz.blogspot.com




Ter Voz
Um Projecto a dois anos para o
PS Benfica e São Domingos de Benfica - Lisboa

segunda-feira, dezembro 22, 2003
 
Cupido

O país com a mania que não faz que faz de conta

São graves os problemas que afectam a pátria lusitana: desemprego, défice, problemas de desenvolvimento científico, cultural; receios, alguns com sentido outros nem tanto, com o eterno país vizinho, pouca auto-estima e inveja mais do que suficiente.
Muitos dos males, e das virtudes, estão identificados. Depois? Depois, como qualquer boi a olhar para um palácio, expressão feliz dita há uns anos por Fernando Dacosta numa entrevista dada à jornalista Maria João Avillez, fica-se à espera que algo caia, que algo incentive ao movimento. Como se o português para empreender tivesse necessidade de uma mola.Boi Barrosã
Bens vistas as coisas, o colectivo bem precisa dessa mola para se mexer. O individual nem tanto. Várias são as personalidades deste país, infelizmente só conseguem, na sua maioria, atingir determinados palcos por que singram lá fora, em parte devido à nossa falta de estímulo e/ou reconhecimento interno.
As elites que existem são fracas e a sociedade civil, que termo mais descabido de contexto no nosso país mas para me fazer entender tenho de recorrer a ele, pouco se preocupam com o bem estar nacional, à excepção de raros momentos, como sejam os de aflição ou de orgulho nacional, estes casos excepcionalíssimos, o último deve ter sido a defesa em 1999 da independência de Timor - entretanto os ajustes de contas históricos continuam a fazer-se e ainda estamos longe de sarar a ferida colonial.
Todavia, o sentido deste texto não busca as feridas nacionais, mas as ilusões. A grande ilusão do momento é a eleição presidencial de 2006.
A dois anos de distância este é o tema da actualidade, aquele a que nenhum português escapa, eu próprio faço parte desse pecado artificial nos textos que tenho vindo a produzir sobre o Palácio cor de Rosa. Parece que nada mais existe neste país com a excepção de quem é candidato e quem não é. O artigo publicado no Público de ontem, assinado por António Barreto é esclarecedor. Há mais para além das presidenciais e há que ter em conta o cargo realçado.
De facto, o cargo não é de do tipo Rainha de Inglaterra, mas também não é de um interventor e executor diário. É por isso, que considero este mandato, do actual Presidente, um dos melhores, senão mesmo o melhor dos últimos 20 anos.
Portugal gosta de embarcar em algumas fantasias e da mesma forma que cai nesse onirismo deve sair dele quanto antes sob pena de viver no mundo de meia dúzia de mitómanos. Vejamos: em países onde o Presidente é a figura de proa do país, como nos EUA ou na Rússia (sendo este um caso especial no domínio democrático) os candidatos presidenciais, só anunciam a sua intenção meses antes, quando muito um ano, no máximo, antes da realização do acto. Por cá, faltando ainda tanto tempo e com outras prioridades, bem mais centrais, nada disso é relevante e brincamos à política.
É hora de começarmos, do ponto de vista cívico, a analisar quem é político e quem anda a brincar à política. Os primeiros, simpatize-se ou não com as suas personalidades, actuam em prol da sociedade, os segundos mais não são do que meros brincalhões, fazedores de ilusões, para pouco, ou mesmo nada, servem.
Mais do que a ameaça que provém do nosso lado terrestre, ou do nosso fantasma histórico, é o conjunto de cidadãs e cidadãos nacionais que precisam de saber o que querem do e para o seu país. Esperar que outros decidam por nós é anular a nossa própria existência e as nossas próprias raízes.
A política é inata a qualquer sociedade. O que não é natural a qualquer comunidade é a desresponsabilização do indivíduo enquanto membro integrante e participativo dessa mesma comunidade.
Há muitos séculos que o Adamastor deixou de nos assustar.
CMC
12/22/2003 04:15:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)



This page is powered by Blogger. Some Text
.