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teoricamente, são em princípio criados para serem aptos;
mas se não o conseguem, então terá de ser encontrada uma outra maneira qualquer de lidarmos com eles, de modo que possamos saber em qualquer momento aquilo que pretendemos significar.
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terça-feira, dezembro 02, 2003
 
Reflexão
Partidos políticos

Há dias uma amiga perguntava-me: “vocês [militantes de partidos políticos] nos partidos ganham dinheiro?”, esta pergunta, quase fatal, surgia depois de um diálogo em que a visão por ela apresentada é igual à de muitos cidadãos: “a Política é algo admirável, mas é tão suja”.
Assim que respondi: “… ganhar dinheiro? Pelo contrário, ainda temos de colocar dos nossos bolsos”, ela ficou atónita. Devia, interiormente, questionar-se “mas estes fulanos não ganham nada? Pelo contrário, ainda gastam do seu bolso?!”. Como a sua face foi mais transparente, respondi-lhe mesmo sem perguntar: “é verdade, não duvides, quem milita num partido político tem de abrir os cordões à bolsa”. O queixo dela inflectiu em direcção ao chão.
Parece estranho, mas é real.
O trabalho de base vive muito da generosidade dos seus militantes. Se em cada secção de residência/sectorial não houver um grupo de pessoas que dedicam parte dos seus dias ao trabalho partidário, as estruturas de base desaparecem.
Ainda há uns resistentes que fazem questão de levar a cabo este trabalho, que não passa, como algumas pessoas podem pensar, por agitar bandeiras no período eleitoral.
Procura-se, principalmente, promover debate político, afinal não há eleições todos os meses e é-se militante de um partido político para quê, para buscar tacho? Neste caso concreto, não posso considerar este tipo de pessoas como militantes de um partido, defensores de valores e causas. Acabam por ser interesseiros, procurando anular as suas frustrações. São falhados profissionalmente, e até, quem se sabe, pessoalmente, procurando na graxa satisfazer quem ocupa lugares importantes, como se a bajulação ajudasse quem o pode colocar, antes pelo contrário, até prejudica.
Tudo parece fácil, para quem está distante desta realidade, que ao fim e ao cabo não está, por que qual é o cidadão que não conhece uma pessoa que milita num partido político?
Há trabalho partidário, o de base, o mais nobre, para mim, que só existe por haver pessoas que dedicam parte do seu dia, sem qualquer tipo de remuneração, muita das vezes até têm de abrir a sua carteira, à sua secção de residência/sectorial.
Os partidos políticos são formados por pessoas, que aderem por diversos motivos, pelos melhores e também pelos piores, mas os partidos são fundamentais à Democracia. Se um partido político não souber tratar de si próprio, a nível interno, certamente que não saberá estar à altura da responsabilidade que os cidadãos lhe podem atribuir.
Por isso, só se compreende o interesse da saúde interna de cada partido por parte do cidadão, ainda que o cidadão vitupere os partidos políticos, por este querer estar informado do estado de quem pode ser ou é o seu representante.
A única e autêntica força dos partidos são os seus militantes. Se a ausência destes for presente, certa é, também, a inexistência do partido.
Em suma, qualquer partido é sempre mais forte quanto mais activa estiver a sua estrutura, da base ao topo. Este dinamismo só é possível se os próprios militantes estiverem interessados em imprimir um ritmo determinado. A responsabilidade desta cadência é tanto daquele que está na base como no topo, mas cada qual tem a sua responsabilidade, inerente ao lugar que ocupa, o que nem sempre sucede, tanto em baixo como em cima.
CMC
P.S.- Este texto está no seguimento da reflexão do texto anterior da autoria do LT.
12/02/2003 03:26:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



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